quinta-feira, 28 de maio de 2009

There are 40 years left for the Atlantic forest

Four decades is the life time left for the Atlantic forest if the current rate of destruction is kept. The Atlas of the Forest Remnants shows that, in spite of campaigns and warnings, the deforestation remains incessant. At this speed, there’s a date when the forest will cease to be: 2050. "If we keep this speed, there won’t be any forest left at all in about 40 years’ time", says FJP, the technical coordinator of the study carried out by the Inpe.

The atlas shows that, of the surveyed areas, the situation is more critical in three Brazilian states: Minas Gerais, Santa Catarina, and Bahia, which have lost 32,728 ha, 25,953 ha and 24,148 ha respectively, for the last three years. Agribusiness and logging are the main culprits.

Restam 40 anos para a Mata Atlântica

Quatro décadas é o tempo que resta de vida para a Mata Atlântica se o atual ritmo de destruição for mantido. O Atlas dos Remanescentes Florestais revela que, a despeito de campanhas e alertas, o desmatamento persiste inabalável. Nessa velocidade, a floresta tem data para acabar: 2050. "Se mantivermos essa velocidade, em cerca de 40 anos não teremos mais mata alguma", afirmou Flávio Jorge Ponzoni, coordenador técnico do estudo pelo Inpe.

Das áreas pesquisadas, o atlas revela que a situação é mais crítica em Minas Gerais, Santa Catarina e Bahia, que perderam, nos últimos três anos, 32.728 ha, 25.953 ha e 24.148 ha, respectivamente. Agronegócio e extração madeireira são os principais responsáveis.

Notícia do Jornal: O Globo, 27/05, Ciência, p.27
Fonte:
ISA – Manchetes Socioambientais

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Ação em nome da Amazônia

O Manifesto Amazônia Para Sempre busca mobilizar a sociedade na luta contra a destruição da Amazônia e em favor de um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil onde a natureza seja preservada. No dia 13 de maio aconteceu a Vigília pela defesa da Amazônia em Brasília. Nossa Top se fez presente com uma mensagem incentivando a participação de todos nessa causa:

“A Amazônia é símbolo do nosso país, mas acima de tudo é símbolo de vida. Muitas vezes podemos achar que o que acontece na Amazônia não nos afeta, afinal parece tão longe de nós, mas com certeza o que acontece lá tem reflexos não só para nós brasileiros, mas também para o resto do mundo. A Mata Atlântica já foi quase totalmente devastada e não queremos que o mesmo aconteça com a Amazônia. Para isso é preciso que todos estejam conscientes e que abracem a causa, assinem o manifesto contra a devastação, avisem os amigos, façam barulho pela causa, venham até o congresso, exijam uma posição dos políticos...
A luta hoje é pela Amazônia, mas não só por ela, é principalmente pelo meio ambiente e pelo nosso futuro. Unidos podemos fazer a diferença. Contamos com a participação de toda sociedade brasileira. Afinal esse é o nosso mundo”.

Nesta semana, duas importantes matérias que incidem diretamente sobre a Amazônia estarão sendo tratadas. A votação da MP 452, em que uma emenda favorece a pavimentação de rodovias sem o devido processo de licenciamento ambiental e a discussão da MP 458, que trata da regularização de terras públicas na Amazônia. O Manifesto Amazônia para Sempre busca impedir que essas matérias sejam aprovadas como se encontram e que sofram as alterações necessárias para não colocar a Amazônia em risco.
Saiba mais.

Abrace você também essa causa!

Rainforest Day

By Júlia Claudio -
When we think about the Rainforest, what we picture in our mind is a gigantic forest that concentrates the most varied species of animals and plants. But, unfortunately, this is not exactly what it looks like in reality. Currently, this biome is being destroyed. There is a chance of recovering it, but, in order for that to happen, we must act fast.


Actions carried out by the major vehicles of mass communications such as the availability of maps of the forest on websites so that internet surfers could report on deforested areas, or attitudes such as that of the WWF which launched the Pact of the Rainforest Restoration on April 7th this year aiming to increase the coverage of the biome in the country up to 10% by 2050, are valid but have to be urgent.


With each passing day, we lose one more valuable part of our Rainforest. This May 27th, a date in honor of our forest, think about what we can do for it. Perhaps thinking that all the defenders of the environment will go out into the forest and plant new trees and personally take care of animal species living there is utopian but that we can all do something is for sure. For example, all you have to do when buying products made of wood, is to make sure that the raw material comes from reforested areas. This is one of many ways to help to preserve our forests.

As always, small things can make a difference. But bear in mind that we cannot think of taking care of the nature only on commemorative dates. We will really succeed in saving it from all of this, if taking care of it becomes our daily habit.

Dia da Mata Atlântica

Por Júlia Claudio -
Ao pensarmos em Mata Atlântica vem em nossa mente uma gigantesca floresta que concentra as mais variadas espécies de animais e plantas. Mas infelizmente esse não é exatamente o cenário da realidade. Atualmente esse bioma está sendo destruído. Há chances de recuperação, mas para que isso aconteça é necessário agir rápido.


Ações dirigidas por importantes veículos de comunicação, como a disponibilização de mapas da mata em sites para que os internautas denunciem áreas desmatadas, ou atitudes como a da WWF, que lançou em 7 de abril deste ano o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que visa elevar a cobertura do bioma no país para 10% até 2050, são válidas, mas precisam ser urgentes.


A cada dia que passa perdemos mais uma parte da nossa preciosa Mata Atlântica. Neste dia 27 de maio, data que homenageia a nossa mata, pense no que podemos fazer por ela. Talvez seja utopia imaginar todos os defensores do meio ambiente indo até a mata e plantando novas árvores e cuidando pessoalmente das espécies animais que vivem lá. Mas é certo que todos nós podemos fazer algo. Basta, por exemplo, ao comprar produtos feitos com madeira, certificar-se de que a matéria-prima é de reflorestamento. Essa é uma das muitas maneiras de ajudarmos a preservar as nossas matas.


Como sempre, pequenas coisas podem fazer a diferença. Mas vale lembrar que não podemos pensar em cuidar da natureza apenas em datas comemorativas a ela. Para realmente conseguirmos salvá-la de tudo isso, os cuidados precisam ser hábitos diários.

Dia da Mata Atlântica marca desafio de proteger o que ainda resta

É impossível falar da Mata Atlântica, uma das florestas mais exuberantes do mundo, sem usar superlativos para dimensionar sua importância e evidenciar sua urgente proteção. Restam apenas 7% do bioma em seu estado natural e 60% dos animais ameaçados de extinção do país dependem desse ambiente para sobreviver.

Nesta quarta-feira, 27, comemora-se o Dia da Mata Atlântica. A data marca a necessidade de barrar o desmatamento, recuperar o que foi degradado, ampliar o número de áreas protegidas, públicas e privadas, e melhorar a gestão daquelas que já existem.
Saiba mais.

Fonte:
WWF – Brasil

Limpando e reciclando pelo Brasil

O Meio Ambiente irá ganhar mais um presente no dia 30 de maio, das 10 às 13 horas, sábado. Na abertura da Semana Mundial do Meio Ambiente, um grande mutirão estará retirando das areias cariocas o máximo de lixo e microlixo, e conscientizando a população a descartar estes detritos corretamente.

O lixo coletado será reaproveitado por cooperativas e instituições de reciclagem, servindo como exemplo para as demais Ações e Campanhas Ecológicas.


Todos estão convidados a participar! Faça a sua parte e convide a sua família e amigos!
Saiba mais.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

terça-feira, 26 de maio de 2009

Três parques terão trilhas monitoradas

Apenas 200 quilômetros separam a capital paulista do maior remanescente protegido de Mata Atlântica no país, o Parque Estadual da Serra do Mar. Abrangendo 23 municípios e com 315 mil hectares, o parque abriga quase metade das 1.523 espécies de animais já descobertos no bioma.

Encravado numa das regiões mais urbanizadas do país, o parque é ameaçado com a ocupação irregular, a caça de animais silvestres, a retirada de plantas nativas, especialmente o corte de palmito, além de projetos de infraestrutura que têm impactos na integridade das áreas.


Segundo a gerente de Conservação Ambiental da Fundação Florestal, Adriana Mattoso, o Parque Estadual da Serra do Mar recebe 85 mil visitantes registrados por ano. Uma de suas 40 trilhas fará parte dos testes para aprimorar o monitoramento da visitação nos parques paulistas.
Saiba mais.


Fonte: WWF - Brasil

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Assista aos impactos das mudanças climáticas

Campanha do Greenpeace chamada GreenTube para chamar atenção sobre as condições do planeta com o aquecimento global. São três vídeos simples e bem interessantes: Oceanos, Biodiversidade e Condições climáticas.

Assista abaixo a um deles!

New thinking about what we’re eating

The documentary FRESH celebrates the farmers, thinkers and business people across America who are re-inventing our food system. Each has witnessed the rapid transformation of our agriculture into an industrial model, and confronted the consequences: food contamination, environmental pollution, depletion of natural resources, and morbid obesity. Forging healthier, sustainable alternatives, they offer a practical vision for a future of our food and our planet.

Watch the trailer!



Learn more about it at www.FRESHthemovie.com

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Dia da Biodiversidade – comemore preservando

O dia 22 de maio foi instituído como o Dia Internacional da Biodiversidade. É uma data muito importante, afinal de contas, o termo biodiversidade descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. Representa a base do desenvolvimento sustentável, garantindo recursos para alimentação, água, matéria-prima, entre outras propriedades fundamentais da natureza.

Apesar de tamanha importância, muitos fatores ameaçam a biodiversidade: a poluição, o uso excessivo dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais, a expansão urbana e industrial, tudo isso está levando muitas espécies vegetais e animais à extinção.

O debate acerca dessa questão é extremamente oportuno já que o mundo todo vem sentindo as consequências, como secas, pragas, enchentes, entre outros.
Saiba mais.

Fonte:
WWF – Brasil

quinta-feira, 21 de maio de 2009

We will fight for the planet! Will you?

With the purpose of drawing attention to climate change and collecting signatures for a petition to be delivered to the world leaders attending the 15th COP, the Oxfam created the “Cannes Young Lions 48 Hours Ad contest”.

The challenge is to show solutions to the problem of global warming in a thirty-second video to be posted on Youtube.

You can participate by casting your vote!

Nós lutaremos pelo planeta! E você?

Com o objetivo de alertar para as mudanças climáticas e recolher assinaturas para uma petição a ser entregue aos líderes mundiais participantes da 15ª COP (Conferência das Partes da Convenção Quadro da ONU em Mudanças Climáticas), a Oxfam criou um concurso “Cannes Young Lions 48 Hours Ad contest”.

O desafio é mostrar, através de um vídeo de 30s a ser postado no Youtube, soluções para o problema do aquecimento global.

Você pode participar votando!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Recado do Planeta Terra para Você

Por Fernanda Winter -
Por ainda vivermos em um sistema desigual, que divide as pessoas em classes, temos uma tendência de “naturalizar” essas diferenças impostas pelos sistemas econômicos, políticos e culturais, enxergando as pessoas não como seres humanos em primeiro lugar, mas como ricos ou pobres, mulheres ou homens e assim por diante.

Desde os primórdios, a humanidade insiste em reproduzir o retrógrado modelo de dominantes versus dominados, tantas vezes falido e tantas vezes reerguido. Um modelo que mede o valor das pessoas por seus bens materiais. Esse tipo de sistema trouxe consequências terríveis, como por exemplo, a fome e a violência.


Mas devemos também perceber que esse sistema começou a ser seriamente questionado, principalmente nas últimas décadas. Novas propostas de uma sociedade mais justa e equalitária começaram a surgir e a serem colocadas em prática, mas ainda caminhamos a passos lentos. Evoluímos aqui, mas retrocedemos ali.


Quando pensamos em tudo que nós, como seres humanos, fomos e somos capazes de fazer com nossos iguais, não fica difícil entender o que fomos e somos capazes de fazer com o nosso planeta. Como vamos enxergar a Terra como um ser vivo passível de cuidado e atenção se não temos essa percepção com nossos irmãos e irmãs?


As catástrofes naturais que vêm nos aterrorizando a cada dia trazem também uma mensagem sábia. Elas não escolhem as pessoas que serão afetadas por enchentes, tsunamis, secas, etc. Elas vêm nos mostrar que isso é um problema de todos e que temos de combatê-lo juntos. O CO2 emitido no Brasil pode se converter em uma alteração climática no Japão porque, diferente de nós, para a natureza não existem fronteiras.

Tentamos de todos os modos negar que somos “todos” peças fundamentais de um único organismo e que se uma falhar, outras serão comprometidas. Agora estamos tendo uma oportunidade ímpar de reconhecer e vivenciar nossa tão lógica e temida unidade. Se não entendermos esse momento, talvez esses possam ser os últimos avisos da mãe natureza. Vale lembrar o tão sábio dito: “Deus perdoa SEMPRE, o homem ÀS VEZES, a natureza NUNCA”.

A message for you from the Planet Earth

By Fernanda Winter -
As we still live in an unequal system which divides people into classes, we have a tendency to "naturalize" the differences imposed by the economic, political, and cultural systems, seeing people not as human beings but as rich or poor, women or men, and so on and so forth.

Since the beginning of time, the humankind has insisted on reproducing the retrograde model of the dominators versus the dominated which has failed so often and risen again and again. A model that measures the value of people by their material goods. This type of system has produced terrible consequences such as hunger and violence, for example.


But we must also realize that this system has begun to be seriously questioned, especially, over the last few decades. New proposals of a fairer and more equal society have begun to emerge and to be put into practice, but still we are moving forward very slowly. We have evolved here, but we are very backwards there.


If we stop to think about everything that we, as human beings, have been and are able to do with the other human beings, it is not difficult to understand what we have been and are able to do with our planet. How can we view the Earth as a living being who is in bad need of care and attention if we cannot do it towards our brothers and sisters?


The natural disasters that frighten us every day also send a wise message. They do not choose people who will be affected by floods, tsunamis, droughts, etc. They show us that this is a problem for us all and we must fight it together. The CO2 emissions in Brazil may make the climate change in Japan, because unlike us, the nature knows no borders.


We have tried to deny in every possible manner the fact that we “all” are fundamental parts of a single body, and, if one part fails, the others will be endangered as well. Now we have a unique opportunity to recognize and live our unity which is so logic and so feared at the same time. If we do not understand this momentum, perhaps these mother nature’s warnings may the last ones. It’s worth remembering such a wise saying: "God forgives ALWAYS, man SOMETIMES, the nature NEVER”.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Brazilian consumers are among the 'greenest' ones

For the second year in a row, consumers from India, Brazil, and China are among the ones who were the most concerned about environment-related issues when buying a product or a service, revealed the survey Greendex 2009: Consumer Choice and the Environment – A Worldwide Tracking Survey, carried out by the National Geographic Society and GlobeScan.

The study measured the behavior of 17 thousand consumers from 17 countries in 65 fields related to housing, food, transport and consumer goods.


*Picture: the map with the countries researched; the darker the green gets, the higher the grade is.

Consumidores brasileiros estão entre os mais 'verdes'

Pelo segundo ano seguido consumidores da Índia, Brasil e China foram os que mais se mostraram preocupados com questões ligadas ao meio ambiente quando compram um produto ou serviço, revelou a pesquisa Greendex 2009: Consumer Choice and the Environment – A Worldwide Tracking Survey, realizada pelo National Geographic Society e pela GlobeScan.

O estudo mediu o comportamento de 17 mil consumidores referente a 65 áreas relacionadas com habitação, alimentação, transporte e bens de consumo em 17 países.


Veja o ranking dos países e saiba mais:
link


* Imagem: Mapa com os países pesquisados, quanto mais escuro o verde melhor a nota.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Victories of Life

After 15 years of dedication to the improvement of education, the Ayrton Senna Institute expanded the scope of educational opportunities for more than 11 million children and young people in Brazil who learned, above all, to be victorious in life. The Übersite Team talked to the three-time Formula 1 world champion’s sister, a psychologist and a businesswoman, Viviane Senna. As the President of the Institute, Viviane is the only Brazilian in the group "Adult Friends of the World of Children Award", together with Queen Silvia of Sweden, the former South African President Nelson Mandela, and the Nobel Peace Prize winner José Ramos Horta. Read the complete interview with a woman who became a point of reference in the third sector in Brazil.

Photo: Juan Guerra/ Ayrton Senna Institute.


The Ayrton Senna Institute arose from Ayrton’s desire to do something for Brazilian children. Why did the Institute choose to work for education?
We believe that education is the only path that can change everyone’s innate potential into skills and abilities for life. If we ensure that the majority of the population gets quality education - which doesn’t happen today - we can also ensure a more balanced economic and humane development. A nation which is based on an unequal society doesn’t mold conscientious, critical, supportive, and participatory citizens. That is, it doesn’t develop as a whole. That’s why the education is fundamentally important for this process.

How does the Institute work? Does it rely on help from volunteers? What do we have to do to become a volunteer?
We believe that all children and all young people have a potential but they need opportunities to develop it. And all our work is aimed precisely at providing such opportunities through educational programs that are focused on the education management, and are always connected with the needs of Brazil which suffers from the lack of quality in public education. Our goal is to work for the improvement of education so that children can really learn and develop their potential at the right age and in the right grade, and follow the path of success at school and in life.

Today, we develop and implement nine educational solutions, by means of which we work on the acceleration of learning, the eradication of illiteracy in children who repeat a grade, the school management, the assessment and monitoring of learning in the first grades of primary school (such Program as Accelerate Brazil, Stay tuned, Grade 10 Management, and Champion Circuit, respectively). To qualify the time when the student is out of school, we offer solutions that use sports, art, and work with the youth (such Programs as Education for Sports, Education for Art, and Young SuperAction). In the area of education and technology, we have such Programs as the Connected School and the Connected Community which qualify the education, promote digital inclusion, and prepare young people and adults for better performance on the labor market. All of our programs accomplish the same goal: to develop potentials changing them into personal, social, cognitive and productive skills.

We don’t work with volunteers. Our team, which is composed of educators, plans, coordinates, and manages the programs. It also qualifies professionals from public, municipal, and state networks who do their work in their cities and states.

What is the sustainability basis of the Institute?
A part of the resources that ensures the sustainability of the Institute comes from 100% of the royalties for the use of Ayrton’s image and that of the comic books character Senninha granted to the Institute by my family. Today we have 240 licensed products. Another part is raised through alliances with approximately 80 socially responsible companies. In 2008 we made room for donations from private individuals because a lot of people came to us to embrace the cause of education but did not know how. Now, any person can visit our website www.senna.org.br, sign up, and become a donor, a Dedicated Fan of Education.

In 15 years of activities, the Institute has invested around R$ 203.4 million in educational programs. But the challenges in Brazil are huge; there is still a lot to do, which is why we always look for new partners to expand our work.

What are the main obstacles to achieving improvements in the Brazilian public education?
The social and educational challenges of the country are enormous because everyone’s well-being cannot be guaranteed by the current public policies and a lot less by punctual or isolated actions. This is why the participation of the three social sectors (public, private, and civil society) in any area ensuring the quantity and quality at a low cost is crucial. An effective action must be thought through, starting from the analysis of the scenario followed by the formatting of carefully structured strategies with large-scale actions that have predefined and measurable goals. The monitoring and systematic assessments during the entire process are of the essence. And the result is what is intended to achieve. In the case of education, it is success at school for students.

After so many achievements, what do you expect for the Brazilian public education in the future and what keeps you going?
The population of children and young people without quality educational opportunities is still huge. Just look at the numbers: in Brazil, 73% of the students from 1st to 4th grade and 12% of the students from 5th to 8th are illiterate even though they attend school. That means a contingent of more than 13 million children a year who need to learn to read and write. Another fact is that 9.3 million primary school students (1st to 8th grade) are lagging behind, that is, they are repeat students.
For every four students enrolled up to the 4th grade, one has the age/grade distortion and one repeats grades and drops out of school.
I hope that the government develops effective public policies for education. I also hope that the three sectors increasingly combine their efforts, and that the society fulfills its function of demanding the efficiency and results.

You have become a point of reference in the third sector in Brazil. What is most rewarding and exciting in this work?
Realize that after 15 years we managed to expand the scope of educational opportunities for more than 11 million children and young people and that it will have a positive reflection on the life of every one of them. Also, on the evil cycle that prevents so many people from getting off the ground. The Illiterate and underemployed parents generate illiterate children who will also be underemployed with no quality of life. Students who fail at school and repeat the year many times end up abandoning their studies and giving up the hope for a better future. Personally, being able to help in some way strengthens and encourages me to move forward and contribute to a better history of this country.

What do the children benefited by the Institute feel about being included in an initiative that carries the spirit of victory of the racer Ayrton Senna?
My brother left an important legacy of achievements on the track and beyond it. Children know who Ayrton was because their parents convey their affection and admiration for him. And because, in our programs, his life story, his values serve as incentive for the children and young people we work with. They realize that if they have the same determination, dedication, and conquest as A did, they can transform their realities learning to have a higher self-esteem, believe in themselves, appreciate and relate to the others. And also to be victorious in life.

What is the importance of the public people’s effort for social causes?
Any public person who goes through his/her daily routine based on ethics, responsibility, commitment, and love for his/her people, have a special power for social causes. And I think that it becomes a duty of these people to bring together their ideas and actions around them that generate changes, to call upon the society to roll up their sleeves and do their part.

Vitórias da Vida

Após 15 anos de dedicação pela melhoria da educação, o Instituto Ayrton Senna ampliou as oportunidades educacionais de mais de 11 milhões de crianças e jovens do Brasil, que aprenderam, acima de tudo, a serem vitoriosos na vida. A Equipe do Übersite conversou com a irmã do tricampeão mundial de Fórmula 1, empresária e psicóloga Viviane Senna. Presidente do Instituto, Viviane é a única brasileira integrante do grupo “Amigos Adultos do Prêmio das Crianças do Mundo", ao lado da Rainha Silvia da Suécia, Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, e José Ramos Horta, Prêmio Nobel da Paz. Confira a entrevista completa com uma mulher que se tornou referência no terceiro setor brasileiro.

Foto: Juan Guerra/Instituto Ayrton Senna.


O Instituto Ayrton Senna surgiu do desejo de Ayrton em fazer algo pelas crianças do Brasil. Por que o Instituto optou em trabalhar pela educação?
Acreditamos que a educação é a única via capaz de transformar o potencial nato de cada um em competências e habilidades para a vida. Se garantirmos educação de qualidade à maioria da população – o que hoje não acontece – podemos garantir, também, desenvolvimento econômico e humano mais equilibrado. Uma nação que tem por base uma sociedade desigual, não forma cidadãos conscientes, críticos, solidários, participativos. Ou seja, não se desenvolve como um todo. Daí a fundamental importância da educação nesse processo.

Como funciona o trabalho do Instituto? Ele conta com a ajuda de voluntários? O que fazer para se tornar um?
Nós acreditamos que todas as crianças e todos os jovens têm potencial, mas que precisam de oportunidades para desenvolvê-lo. E todo o nosso trabalho é voltado exatamente para oferecer essas oportunidades, por meio de programas educacionais que têm como foco a gestão da educação, sempre conectados às necessidades do país, que sofre com a falta de qualidade no ensino público. O nosso objetivo é trabalhar pela melhoria da educação, para que as crianças aprendam bem, desenvolvam os seus potenciais na idade certa e na série certa. E sigam com sucesso na escola e na vida.

Hoje, desenvolvemos e implementamos nove soluções educacionais. Por meio delas são trabalhadas a aceleração de aprendizagem, o combate ao analfabetismo de crianças repetentes, a gestão escolar, a avaliação e o acompanhamento do aprendizado do aluno nas séries iniciais do ensino fundamental (Programas Acelera Brasil, Se Liga, Gestão Nota 10 e Circuito Campeão, respectivamente). Para qualificar o tempo em que o aluno está fora da escola, oferecemos soluções que utilizam o esporte, a arte e o trabalho com a juventude (Programas Educação pelo Esporte, Educação pela Arte e SuperAção Jovem). Na área de educação e tecnologia, temos os Programas Escola Conectada e Comunidade Conectada, que qualificam a educação, promovem a inserção digital e preparam jovens e adultos para um melhor desempenho no mercado de trabalho. Todos os nossos Programas cumprem o mesmo objetivo: desenvolver potenciais, transformando-os em competências pessoais, sociais, cognitivas e produtivas.

Não trabalhamos com voluntários. Nossa equipe, formada por educadores, planeja, coordena e gerencia os programas. Também capacita os profissionais das redes públicas municipais e estaduais, que fazem o trabalho em suas cidades e estados.

Qual é a base de sustentabilidade do Instituto?
Parte dos recursos que garantem a sustentabilidade do Instituto vem dos 100% dos royalties sobre uso de imagem do Ayrton e do personagem Senninha, cedidos pela minha família ao Instituto. Hoje temos 240 produtos licenciados. Outra parte é gerada pelas alianças com cerca de 80 empresas socialmente responsáveis. Desde 2008, abrimos espaço para as doações de pessoas físicas porque muitos nos procuravam para abraçar a causa da educação e não sabiam como fazê-lo. Agora, qualquer pessoa entra no nosso site www.senna.org.br, cadastra-se e passa a ser um doador, um Fã de Carteirinha da Educação.

Em 15 anos de atividades, o Instituto investiu cerca de R$ 203,4 milhões em programas educacionais. Mas os desafios do país são muito grandes, ainda há muito por fazer, por isso buscamos sempre novos parceiros para poder ampliar o nosso trabalho.

Quais são os principais obstáculos para alcançar melhorias na educação pública brasileira?
Os desafios sociais e educacionais do país são imensos porque o bem-estar de todos não consegue ser garantido pelas atuais políticas públicas, muito menos por ações pontuais ou isoladas. Por isso, é fundamental a participação dos três setores sociais (público, privado e sociedade civil) em qualquer área, garantindo quantidade e qualidade a baixo custo. Uma ação eficaz deve ser pensada a partir de uma análise de cenário, seguida pela formatação de estratégias bem estruturadas com ações em escala que tenham metas pré-definidas e mensuráveis. É fundamental um acompanhamento e avaliações sistemáticas durante todo o processo. E o resultado é aquilo que se quer alcançar. No caso da educação, o sucesso do aluno na escola.

Depois de tantas conquistas, o que você espera do futuro da educação pública brasileira e o que a motiva a continuar?
A população de crianças e jovens sem oportunidades educativas de qualidade ainda é imensa. É só olhar os números: no Brasil, 73% dos alunos de 1ª a 4ª série e 12% de alunos da 5ª a 8ª, embora estejam na escola, são analfabetos. Isso significa um contingente de 13.600 milhões de crianças por ano que precisam aprender a ler e escrever. Outro dado é que 9.300 milhões de alunos do ensino fundamental (1ª a 8ª série) estão defasados, ou seja, são repetentes.
De cada quatro alunos matriculados até a 4ª série, um está com distorção idade/série e outro repete e abandona a escola.
Espero que o governo desenvolva políticas públicas eficientes para a educação. Que os três setores se aliem cada vez mais e que a sociedade cumpra sua função de cobrar eficiência e resultado.

Você se tornou uma referência no terceiro setor brasileiro. O que é mais gratificante e emocionante neste trabalho?
Perceber que depois de 15 anos conseguimos ampliar as oportunidades educacionais de mais de 11 milhões de crianças e jovens e que isso terá um reflexo positivo na vida de cada um deles. E também no ciclo maléfico que impede tantos cidadãos de saírem do lugar. Pais analfabetos e subempregados que geram filhos analfabetos também em subempregos, sem qualquer qualidade de vida. Alunos que, de tanto fracassarem na escola, de tanto repetirem de ano, acabam abandonando os estudos e a esperança de um futuro melhor. Pessoalmente, poder ajudar de alguma forma me fortalece e me estimula a seguir em frente e contribuir para uma melhor história deste país.

Qual o sentimento das crianças beneficiadas pelo Instituto por estarem inseridas em uma iniciativa que carrega o espírito de vitória do piloto Ayrton Senna?
Meu irmão deixou um legado importante de conquistas nas pistas e fora delas. As crianças sabem quem foi Ayrton porque seus pais transmitem esse carinho e admiração. E porque, em nossos programas, sua história de vida, os seus valores servem de estímulo às crianças e aos jovens que atendemos. Eles percebem que se tiverem a mesma determinação, superação e dedicação de Ayrton, podem transformar as suas realidades, aprendendo a ter mais auto-estima, a acreditar em si mesmas, a se valorizar e se relacionar com os outros. A serem, também, vitoriosos na vida.

Qual a importância do esforço de pessoas públicas a causas sociais?
Qualquer pessoa pública que viva seu dia a dia pautado na ética, na responsabilidade, no compromisso e no amor ao seu povo, tem uma força especial para as causas sociais. E eu acho que passa a ser um dever dessas pessoas agregarem a sua volta ideias e ações que gerem mudanças, para convocar a sociedade a arregaçar as mangas e fazer a sua parte.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Econômico e ecológico: EcoPrático

Por Bruna Todeschini -
O avanço das comunicações, a globalização e todas as culturas, etnias e costumes trazidos com a interligação dos continentes trouxeram muitas mudanças no viver em sociedade. Essas transformações geram curiosidade nas pessoas, que a cada dia vem se adequando a essas novas regras de moda, hábito, música, enfim, tudo o que dizem ser o atual.


Dentro desse contexto se encontram os reality shows, nos quais muitas pessoas os utilizam como base de referência para as últimas tendências. “Dar aquela espiadinha” é tudo o que muita gente gosta de fazer. Por que isso? Acredito que a curiosidade em relação à vida das pessoas que se expõem a essas situações é mais forte do que a preocupação de o que fazer com a própria vida. Se por um lado temos essa necessidade, por outro existe a tentativa, com os próprios reality shows, de criar soluções para um assunto muito mais importante: a preocupação com o Planeta.


É o caso dos programas que aliam ecologia, bem-estar, praticidade e economia em busca da sustentabilidade. Alguns países possuem exemplos bem bacanas, como é o caso do Brasil. O programa EcoPrático, apresentado pela TV Cultura, oferece novos desafios a cada edição. Desafios relacionados à sustentabilidade e enfrentados por uma família na sua própria residência. Até porque todos nós temos vários desafios a serem superados em casa.

Consciência ecológica é algo que sabemos que devemos ter e achamos que entendemos sobre isso, mas a prática ecológica é difícil de ser aplicada. Lixo na lixeira correta, banho curto, luzes acesas somente quando necessário, entre outros, são atitudes básicas para uma vida ecologicamente sustentável. Mas existem muitas outras maneiras de gerar maior impacto positivo tanto na natureza quanto no próprio bolso. Iluminação natural, uso de eletrodomésticos (quando necessário) com grande eficiência elétrica, pintura da fachada e do telhado com cores claras, controle do tempo de banho. Tudo isso ajuda quando se trata de ecologia e economia.


Precisamos entender que, criando bons hábitos em casa, estamos contribuindo para um futuro melhor: é como se cuidássemos do nosso planeta residencial. Hábitos estes que podem ser sugeridos pelos próprios realities shows educativos de que dispomos na televisão. Vale a pena dar esse tipo de espiadinha. Curiosidade em relação aos cuidados com o nosso planeta fazem muito bem a qualquer um de nós.

Economic and Ecological: Eco-Practical

By Bruna Todeschini -
The advances in communications, globalization, and all the cultures, ethnicities, and customs that have surfaced thanks to the interconnection of the continents brought many changes in the life in society. These changes generate curiosity in people, which has been adapting itself to the new rules of fashion, habits, music… well, to everything that is said to be modern.

Within this context are the reality shows, which many people use as a point of reference for the latest trends. “Take a look” is all many people like to do. And why is that? I believe that the curiosity about the lives of other people who are exposed to these situations is stronger than the concern about what to do with your own life. If, on the one hand, we have this need, on the other hand, there is an attempt, even through the reality shows themselves, to create solutions to a much more important issue: the concern about the Planet.


This is the case of programs that join ecology, welfare, practicality, and economy in search of the sustainability. Some countries such as Brazil can boast cool examples. The program called EcoPrático (Eco-Practical), offers new challenges in each edition. Challenges related to the sustainability and faced by a family in their own residence. Because we all have different challenges to be overcome at home.


Ecological awareness is something that we know we should have, and think we understand, but the ecological practice is something very difficult to be applied. Throwing trash in the right garbage basket, taking a short bath, turning lights on only when necessary are, among others, the basic attitudes for a sustainable life. But there are many others ways of generating positive impact on both the nature and our money. Using natural light, using electrical appliances (when necessary) with high electrical efficiency, painting the facade and the roof with bright colors, controlling the bath time. All this helps when it comes to ecology and economy.


We need to understand that, by creating good habits at home, we are contributing to a better future: it is as if we were taking care of our home planet. These habits may be suggested by the educational realities shows that the television makes available to us. Taking a look is worthwhile. The curiosity about how to take care of our planet is very good to anyone of us.

Bons exemplos para recuperar oceanos

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, apresentou nesta quarta-feira na Conferência Mundial dos Oceanos, que ocorre em Manado, na Indonésia, uma série de iniciativas de países que trabalham para diminuir a sujeira no mar.

Os Estados Unidos são citados como exemplo por incentivos a pescadores no Havaí. As ações ajudaram a recolher cerca de 75 toneladas de lixo num período de dois anos. Na Irlanda, o imposto de € 0,15, aproximadamente R$ 0,42 cobrado por sacola plástica, já reduziu em 90% o consumo do produto.

O relatório sugere que a sujeira depositada no mar prejudica as indústrias marítimas, e também se transforma num custo econômico para a sociedade e o meio ambiente. Entre as medidas sugeridas para diminuir o problema, estão o investimento na infraestrutura dos depósitos de lixo e o encorajamento a estratégias que podem prevenir ou reduzir a quantidade de sujeira nos canais de água.
Saiba mais.

Fonte:
Envolverde

Put Your Green Idea Into Action

SunChips and National Geographic have joined forces to create the Green Effect, an initiative to inspire individuals to spark a green movement in their communities.

YOU could be the one to make a difference in your community—for the planet! Submit a description of your Green Effect idea by June 8, 2009. Ten finalists will be announced July 7, 2009. Online viewers and a distinguished panel of judges will review these inspiring ideas.

They will award $20,000 each to five people or groups that have the best ideas for green change. The five winners will also be profiled in National Geographic, and the winners will travel to Washington, D.C., to share their projects with environmental leaders.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A cool action to save pandas

The French WWF found a nice way to draw attention to the extinction of pandas.
1,600 panda dolls were placed in front of the Paris City Hall to point out the fact that there are only 1,600 pandas left in the world.

Check out the video that shows the action!


Protesto bacana para salvar os pandas

A WWF francesa achou uma maneira bacana de chamar atenção para extinção dos pandas. Para alertar sobre o fato de que existem apenas 1600 pandas vivos no mundo, foram colocados 1600 bonecos do urso em frente à Câmara Municipal de Paris.

Confira o vídeo que mostra a ação!


Vigília em solidariedade à Amazônia

O Movimento Amazônia para Sempre, as comissões de Mudanças Climáticas, Meio Ambiente e Direitos Humanos do Senado realizam hoje, 13 de maio, às 18h30, no plenário do Senado Federal, uma Vigília/Audiência Pública em solidariedade à Amazônia.

Artistas, ambientalistas, militantes e parlamentares estarão presentes na vigília para, dentre outras atividades, depositar as 1.200.000 assinaturas do Manifesto “AMAZÔNIA PARA SEMPRE” no Congresso.

Quem não estiver em Brasília poderá acompanhar tudo pela TV Senado, pelo site da Interlegis, ou através do sistema vídeo streaming e por videoconferência, interagindo com as Assembléias Legislativas dos Estados da Federação. Outras formas de interagir serão o telefone Alô Senado - 0800 61 22 11 e o e-mail scomcmmc@senado.gov.br. Confira aqui a programação completa aqui.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Global meeting seeks protection for the oceans

Until Friday, the representatives from 70 countries, the UN, and NGOs – totaling 1.5 thousand people – will be discussing the impact of climate change on the oceans at the first global meeting on this issue that started yesterday in Manado, Indonesia.

The World Ocean Conference will produce a document that will call for the inclusion of oceans in the agenda of the meeting on climate change that is going to take place in December in Copenhagen, at which a major international agreement is expected to be developed in order to reduce emissions of gases causing the greenhouse effect, which will replace the Kyoto Protocol whose commitments begin to expire in 2012.

Reunião mundial pede proteção dos oceanos

Até sexta, representantes de 70 países, da ONU e de ONGs - um total de 1,5 mil pessoas - discute o impacto das mudanças climáticas sobre os oceanos na primeira reunião mundial sobre o tema, iniciada ontem em Manado, na Indonésia.

A Conferência Mundial dos Oceanos vai gerar um documento que pedirá a inclusão dos oceanos na reunião sobre o clima que ocorre em dezembro em Copenhague, na qual pretende-se elaborar um grande acordo internacional para a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa que substitua o Protocolo de Kyoto, cujos compromissos começam a expirar em 2012.

Notícia do Jornal: O Estado de São Paulo


Fonte: ISA – Manchetes Socioambientais

Revista do Meio Ambiente está disponível para leitura online

A Revista é produzida pela REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental - e editada pelo jornalista e escritor Vilmar Sidnei Demamam Berna, reconhecido pelas Organizações das Nações Unidas (ONU), em 1999, no Japão, com o Prêmio Global 500 Para o Meio Ambiente por sua luta pela formação da cidadania ambiental planetária.

Para ler a Revista do Meio Ambiente,
acesse!

Felicidade a preço de banana

Por Regina Scharf* -
O que faz você feliz?
Os especialistas respondem em coro: amor/casamento, amizades, viagens, hobbies ao ar livre e chocolate com moderação. Mais ou menos nessa ordem. O que não traz felicidade: dinheiro, compras e emissões de carbono. Surpreso?

É grande a quantidade de estudos sérios que demonstram que as sociedades mais sustentáveis, menos consumistas, exibem um maior grau de felicidade. O mais conhecido deles, o Happy Planet Index, faz um cálculo que leva em conta a longevidade e o bem-estar de cidadãos de diversos países, além da qualidade ambiental de que desfrutam.

Surpreendentemente, o índice de felicidade é maior em lugares relativamente pobres e que emitem pouco carbono. O campeão do Happy Planet Index, por exemplo, é o arquipélago de Vanuatu, no Pacífico, onde quase toda a população se dedica à pesca e à pequena agricultura. Isso, embora o seu Produto Interno Bruto seja o 207o do planeta. Colômbia e Costa Rica também apresentam altos índices de felicidade. Enquanto isso, os Estados Unidos ficaram em 150º lugar, um dos últimos da pesquisa. Pior que ele, só países africanos, como o Zimbabwe e a Suazilândia.


Esta não é a única pesquisa que mostra que a riqueza não tem nada a ver com a felicidade. Vários estudiosos percebem que o enriquecimento vem acompanhado de uma competitividade mais agressiva. Precisamos ter mais do que os nossos vizinhos e colegas. Isso aumenta a ansiedade e a necessidade de mergulhar ainda mais no trabalho.


Para a socióloga Juliet Schor, professora da Universidade de Harvard, “a cultura das horas extras se espalha como câncer”. Isso estaria multiplicando os divórcios e outros problemas sociais. Nesse contexto, as compras serviriam como uma espécie de compensação pela perda de tempo e da qualidade de vida. Estabelece-se aí um círculo vicioso. Você trabalha mais para comprar e manter o que comprou e compra mais para compensar esse esforço extra.


Mas, então, o que fazer com o seu suado dinheirinho? Investir em viagens, restaurantes e outras experiências memoráveis dá um excelente retorno em termos de felicidade. Um estudo recém-divulgado pela San Francisco State University associa o bem-estar a experiências que fazem você se sentir vivo. “Nós não nos cansamos das memórias agradáveis, mas costumamos perder interesse pelos bens materiais”, avalia Ryan Howell, coordenador do estudo. É isso: pegue a sua mochila e vá para a rua – é lá que está a sua felicidade.


* Coluna mensal da jornalista especializada em meio ambiente Regina Scharf, que publica artigos especiais sobre o tema. A profissional tem passagem por importantes veículos de comunicação e organizações não-governamentais. É autora de vários livros da área e ganhou os prêmios Reuters-UICN (América Latina) e o Ethos. Visite o Blog da autora: link

Happiness at a throwaway price

By Regina Scharf* -
What makes you happy?

Experts answer in unison: love/marriage, friendships, trips, outdoor hobbies, and chocolate in moderation. More or less in that order. What does not bring happiness? Money, shopping, and carbon dioxide emissions.
Surprised?

There are a lot of serious studies that show that more sustainable and less consumerist societies evidence a greater degree of happiness. The best- known study, the Happy Planet Index, makes a calculation that takes into account the longevity and welfare of citizens from different countries, and the environmental quality they enjoy.

Surprisingly, the happiness index is higher in places that are relatively poor and emit little carbon dioxide. The champion of the Happy Planet Index, for example, is the archipelago of Vanuatu in the Pacific where almost the entire population engages in fishing and small-scaled agriculture. That’s the way it is even though its Gross Domestic Product occupies the 207th place on the planet. Colombia and Costa Rica also have the high levels of happiness. Meanwhile, the United States is in the 150th place at the bottom of the list of the researched countries. Only some African countries such as Zimbabwe and Swaziland perform worse.

This is not the only research that shows that wealth has nothing to do with happiness. Many scholars feel that the enrichment is accompanied by more aggressive competitiveness. We have to have more than our neighbors and co-workers do. This increases the anxiety and a need to do a lot more work.


For the sociologist Juliet Schor, a teacher at Harvard University, "a culture of overtime work spreads like cancer". It multiplies the number of divorces and other social problems. In this context, the shopping serves as a kind of compensation for the loss of time and quality of life. Therefore, a vicious circle is established. You work more to buy and keep what you’ve bought and buy more to get a reward for this extra effort.

But then what can be done with your hard-earned money? Investing in trips, restaurants, and other memorable experiences is an excellent reward in terms of happiness. A recent study released by the San Francisco State University associates the well-being with experiences that make you feel alive. "We don’t get tired of pleasant memories, but we usually lose interest in material goods", says Ryan Howell, coordinator of the study. There you go: get your backpack and spend some time outdoors – that’s where your happiness is.


* Monthly column written by the journalist specializing in the environment Regina Scharf who publishes special articles about the theme. The professional worked for important vehicles of communication and non-governmental organizations. She has authored several books in this field and won the Reuters-UICN (Latin America) and Ethos awards.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Técnicas para evitar o desperdício de água

Todo mundo já sabe da necessidade de economizar água e evitar o desperdício. Nesta reportagem, especialistas ensinam técnicas simples para caçar desperdícios de água. Com uma colher de café no vaso sanitário, por exemplo, dá para saber se há um cano furado.

As dicas são de uma cartilha lançada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio), que traz dados que ajudam o cidadão a entender a sua conta de água, a calcular seu consumo e a conhecer, por exemplo, a quantidade de água necessária para se ter uma xícara de café (140 litros desde a semeadura), um quilo de arroz (500 litros a partir do plantio) e para construir um carro (5.600 litros).


Faça o download da cartilha aqui!


Global warming awareness commercial campaign

A powerful message campaign to raise public awareness of the problem of global warming.

Watch it!

Nova campanha em defesa da Mata Atlântica

A Fundação está lançando uma nova campanha de comunicação para engajar mais pessoas no esforço de proteção da Mata Atlântica. Dessa vez, a ONG parte para um discurso bem divertido e sugere que você faça algo íntimo, relaxante e muito pessoal: xixi no banho. Uma descarga gasta em média 12 litros de água potável cada vez que é acionada. Os que aderirem à campanha poderão economizar até 4380 litros por ano com esta simples mudança.



Para saber mais e participar da campanha acesse o site www.xixinobanho.org.br

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Mother's Day, Mother Gaia’s Day

By Yuri Souza -
Civilizations that kept close relationship with our planet such as the ancient Greeks saw the Earth as the mother of all: Gaia, the goddess-mother. In losing this affectionate relationship with the planet, we began a process of environmental degradation that has been dragging on for centuries.


As the "Mothers Day" is approaching, I think it is important to remember not only our inestimable mothers, but also the Earth, our mother planet. In order to make this vision easier, let’s personify her by converting the geologic time into the human time. Thus, 4.6 billion years, which is the approximate age of the Earth, will be turned into 46 years. At this human age, our Gaia can be seen as many of our mothers, a mature woman, still beautiful and very kind.


However, as for Gaia, we take advantage of her kindness and know little about her. The science knows nothing about the childhood of the planet. Little is known about her life until she turned 42. At 45, the dinosaurs appeared; the mammals - eight months ago; the hominids - in the middle of the last week; and the fully developed human being - yesterday. Agriculture developed one hour ago and the industrial revolution took place 60 seconds ago. In just one minute of our Mother Gaia’s life, which is the human age, we acted like a plague, a virus, a disease, destroying and making the planet sick in search of her riches.


With this vision of Earth as mother, let’s celebrate the Mother's Day with responsible consumption; after all, our mothers need our affection in our daily life a lot more than, one day, just get an infinity of products that consume natural resources and are wrapped in packaging that generates waste.


In analyzing this view, let’s change our behavior by being good children and treating our mother Gaia with affection and respect. If we keep our current pattern of exacerbated consumption and waste, our mother planet will perish in the coming decades.

DIA DAS MÃES, DIA DA MÃE GAIA

Por Yuri Souza -
Civilizações que mantiveram estreita relação com o nosso planeta, como os antigos gregos, viram na Terra a mãe de todos: Gaia, a deusa-mãe. Ao perdermos este vínculo afetuoso com o planeta, iniciamos um processo de degradação ambiental que se arrasta há séculos.


Estamos próximo ao “Dia das Mães” e considero importante lembrarmos, além das nossas inestimáveis mães, também da Terra, nossa mãe planetária. Para facilitar esta visão, vamos personificá-la, convertendo o tempo geológico ao tempo humano. Assim, os 4,6 bilhões de anos, que é a idade aproximada da Terra, serão transformados em 46 anos. Com esta idade humana, a nossa Gaia poderá ser vista como muitas de nossas mães, uma mulher madura, ainda bela e extremamente bondosa.


Porém, em relação à Gaia, abusamos da sua bondade e pouco ainda conhecemos sobre ela. A ciência nada sabe sobre a infância do planeta. Pouco se sabe até os seus 42 anos de idade. Aos 45 anos apareceram os dinossauros; há oito meses os mamíferos; na metade da semana passada os hominídeos; e ontem o homem maduro. A agricultura desenvolveu-se há uma hora e a revolução industrial há 60 segundos. Em um minuto da vida de nossa Mãe Gaia, com idade humana, agimos como uma peste, um vírus, uma doença, devastando e adoentando o planeta em busca de riquezas.


Com esta visão da Terra como mãe, vamos comemorar o “Dia das Mães” com o consumo responsável, afinal, nossas mães precisam muito mais de nosso afeto no cotidiano do que serem presenteadas em um dia com uma infinidade de produtos que consomem recursos naturais, envolvidos em embalagens que geram lixo.

Ao analisar essa visão, vamos mudar nossos comportamentos, sendo bons filhos e tratando nossa mãe Gaia com afeto e respeito. Se mantivermos o nosso atual padrão de consumo exacerbado e de desperdício, nossa mãe planetária sucumbirá nas próximas décadas.


Certamente ninguém quer ficar órfão de mãe, humana ou Gaia. Não podemos viver sem elas!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O lixão que virou praça ecológica

Originada a partir da revitalização de uma área urbana degradada por anos de acúmulo de resíduos tóxicos, a Praça Victor Civita, em São Paulo, é hoje um espaço de reflexão, inspiração e informação sobre as questões ambientais e urbanas.

O espaço, localizado no bairro Pinheiros, zona oeste paulista, se diferencia das demais praças e parques convencionais devido às atividades desenvolvidas no local, que fazem menção à educação ambiental.


Dentre as atrações, a praça mantém uma área de exposição permanente sobre as formas, materiais e tecnologias empregadas na reabilitação ambiental do espaço. O projeto também conta com soluções arquitetônicas de reuso de água, economia energética e projeto paisagístico educativo.

The landfill which was turned into an ecological park

The Victor Civita Park in Sao Paulo, Brazil, which came to be as a result of revitalization of an urban area degraded by years of accumulation of toxic waste, is now a place for reflection, inspiration, and information on environmental and urban issues.

Located in the Pinheiros district of the western region of the city of Sao Paulo, the place is different from all other ordinary squares and parks there due to the activities developed at the site concerning the environmental education.


Among the attractions, the park has a permanent exhibition area that shows the forms, materials, and technologies used for the environmental rehabilitation of the area. The project also presents architectural water reuse and energy saving solutions and an educational landscape project.


Read more about it!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

The celebs talk about the importance of forests to the climate

Robin Williams, Pelé, Joss Stone, Dalai Lama, Harrison Ford, among other celebrities, joined their efforts to fight climate change.

This is a campaign created by Britain’s Prince Charles, which also aims to build an online community to call for urgent measures in support of tropical forests before the Copenhagen climate change conference in December.

Watch the video below and learn more about it by visiting the official site
.

Famosos falam sobre importância das florestas para o clima

Robin Williams, Pelé, Joss Stone, Dalai Lama, Harrison Ford, entre outros famosos se uniram para combater as mudanças climáticas.

Trata-se de uma campanha idealizada pelo príncipe Charles, da Grã-Bretanha, que também pretende construir uma comunidade on-line para exigir medidas urgentes em prol das florestas tropicais antes da conferência climática de dezembro em Copenhague.


Assista abaixo ao vídeo e saiba mais acessando ao site oficial.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Tips for saving energy on your PC

As part of activities to celebrate Earth Day (22/04), the NGO AJA Brazil published tips for reducing the energy consumption of a computer.

The booklet which was created by the Climate Savers, an international organization partner of AJA, ensures that "The use of Power Manager will reduce the power consumption of your home or office, reduce the heat generation, reduce generation of noise as well as extend the useful life of your equipment".

Free download here!

Dicas para economizar energia no PC

Como parte das ações para comemorar o Dia da Terra (22/04), a ONG AJA Brasil divulgou dicas para diminuir o consumo de energia do computador.

A cartilha, que foi criada por uma organização internacional parceira da AJA, a Climate Savers, garante que “o uso do Gerenciador de Energia irá reduzir o consumo de energia de sua casa ou escritório, diminuir a geração de calor, reduzir geração de ruídos, além de prolongar a vida útil de seu equipamento”.


Faça o download gratuito aqui!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Deixe a Mata Atlântica viver

Entre os dias 22 e 24 de maio, das 9h às 18h, a Fundação SOS Mata Atlântica realiza a quinta edição do Viva a Mata - mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica, aberto ao público, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

A iniciativa surgiu em 2005 devido ao fato da população desconhecer o que é a mata e quais são as conseqüências do desmatamento. Assim, os principais objetivos do evento, além de comemorar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio), são promover a troca de informações e experiências entre os que lutam pela conservação deste Bioma, realimentar o movimento ambientalista e informar e conscientizar a sociedade.

O Viva a Mata conta com uma ampla programação gratuita: palestras, debates, exposições, oficinas, peças de teatro, entre outras manifestações artísticas. Confira a
programação!

- Saiba mais sobre a importância da Mata Atlântica em nossas vidas: link

Chip combate desmatamento

Um chip de plástico, do tamanho e formato de uma moeda de R$ 1, é a nova arma em estudo pelo governo federal e alguns estados para combater o desmatamento. O dispositivo, criado por pesquisadores do Instituto Web Florestal (IWF), é capaz de gravar dados digitais criptografados, como espécie, altura, diâmetro e volumetria das árvores, além das características biológicas e localização exata da espécie na floresta.

O chip pode disparar um alarme nos postos de fiscalização ambiental se as árvores estiverem sendo cortadas, atingidas por queimadas ou até vendavais. O chip carrega no seu software dados sobre o processo de crescimento das espécies e a data prevista para o seu corte, no caso de planos de manejo. O dispositivo emite ondas de rádio em UHF a um raio de 15km, informando os dados para um computador central.

Notícia do Jornal: Correio Braziliense
Fonte: ISA – Manchetes Socioambientais