sexta-feira, 31 de julho de 2009

Lixo eletrônico: o que fazer?

Quando chega o fim da vida útil de artigos eletrônicos, quem deve se responsabilizar pelo descarte adequado desses produtos? Será a população, os fabricantes ou o poder público? Na verdade, todos devem ter sua parcela de comprometimento: os consumidores precisam fazer um uso racional desses equipamentos, empresas têm de orientá-los sobre o destino final, e cabe ao governo regulamentar esse processo de descarte. Essa é a ideia defendida por entidades, grupos da sociedade civil e políticos interessados no assunto. No entanto, esses papéis ainda não estão bem definidos. Leia na íntegra.

Conheça o projeto lixoeletrônico.org

Assista ao vídeo abaixo e saiba o que fazer com pilhas, celulares, baterias e computadores velhos.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Power to the people

Learn more about SolarAid, an UK charity institution that aims to relieve poverty through solar energy.

They have projects like: financing solar power in rural Argentina, electricity generation for community projects in Malawi, and solar for schools in Tanzania.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A sustentabilidade em pauta

Inovar, educar e agir na busca de soluções para superar os problemas sociais e ambientais, tendo a sustentabilidade como pilar central e norteador. Essa é a proposta do 3º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável, o Sustentável 2009, que acontece entre os dias 4 e 6 de agosto, na capital paulista.

Dentre os diversos assuntos discutidos estará o tema ÁGUA. No dia 06 de agosto, às 14h30, por exemplo, será debatido “Água na sociedade de risco e os desafios para a sustentabilidade”.

Saiba mais!

A insanidade, as queimadas e as flores dos campos

Por Yuri Souza -
A temporada da insanidade no Brasil esta novamente aberta, com as queimadas que destroem a biodiversidade, compromete o clima, reduz a disponibilidade de água potável e geram diversos problemas ambientais, econômicos e de saúde para a sociedade humana.

Assim como não há justificativas racionais para tal fato, também não vem se encontrando argumentação que consiga mudar este comportamento predatório, razão pela qual resolvi abordar a religiosidade cristã da maioria da sociedade brasileira, como estratégia de sensibilização ambiental.

Na minha percepção, um verdadeiro cristão deveria avaliar o significado do cristianismo a partir do amor que Jesus dedicava à humanidade. Amor este, que segundo os Evangelhos, não era direcionado apenas para as pessoas, mas também para toda a natureza e para todos os animais.

Com uma postura de respeito e sabedoria infinita, Jesus nos convida a “olhar os lírios dos campos e contemplar as aves dos céus”, e nos lembra que Deus olha pelo destino dos lírios (flora) e das aves (fauna), pois não plantam nem semeiam, mas nada lhes faltam (equilíbrio ecológico).

Dentro deste contexto, toda agressão contra a natureza, além de ser uma agressão contra nós mesmos, também é uma agressão contra Deus, que criou a biodiversidade e o delicado equilíbrio ecológico. Assim, proponho uma reflexão sobre a nossa responsabilidade frente à criação divina, em especial, para aquelas pessoas que freqüentam as igrejas cristãs e que espantam, aprisionam e matam as “aves dos céus” e queimam e pisoteiam as “flores dos campos”.

The insanity, wildfires, and field flowers

By Yuri Souza -
The season of insanity in Brazil is open again with wildfires that destroy the biodiversity, affects the climate, reduce the availability of drinking water, and cause various environmental, economic, and health problems for the human society.

There is neither rational justification for this fact nor argument that may change this predatory behavior, which is why I have decided to try an approach to the Christian religiosity of the majority of the Brazilian society as a strategy for raising the environmental awareness.

In my view, a true Christian should evaluate the meaning of Christianity from the viewpoint of love that Jesus devoted to humanity. Love which, according to the Gospels, was not directed only to people but also to the entire nature and to all of the animals.

With an attitude of respect and infinite knowledge, Jesus invites us to "look at the lilies in the fields and contemplate the birds in the skies," and reminds us that God looks out for lilies (flora) and birds (fauna) because they don’t plant and don’t sow but will lack nothing (ecological balance).

Within this context, any aggression against the nature, besides being an aggression against ourselves, is also an attack against God who created the biodiversity and the delicate ecological balance. Thus, I propose a reflection on our responsibility before the Divine creation, especially to those who go to Christian churches and scare away, trap, and kill the "birds in the skies" and burn and trample the "flowers in the fields".

terça-feira, 28 de julho de 2009

All about we are what we do

A short film about the power of small everyday actions that can change the world.

Mata Atlântica online

A mais completa base de dados sobre a Mata Atlântica disponível na internet na atualidade. É isso o que promete o GeoAtlântica, uma nova plataforma de informações sobre esse importante bioma brasileiro.

Notícia do Jornal: Folha de São Paulo
Fonte: ISA – Manchetes Socioambientais

sexta-feira, 24 de julho de 2009

The best environmental adverts

A British newspaper has chosen the best adverts to save the planet, which were collected by the NGO ACT Responsible (Advertising Community Together). We reproduce four of them below:





Check out the entire list here. And learn more about the NGO on the official website!

As melhores propagandas ambientais

Um jornal britânico fez uma seleção com alguns dos melhores anúncios para salvar o planeta. O responsável pela reunião das propagandas é a ONG ACT Responsible (Advertising Community Together). Reproduzimos quatro deles abaixo:





Confira a lista completa jornal aqui! E saiba mais sobre a ONG no site oficial.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Férias: época de viver o meio ambiente

Por Bruna Todeschini -
Julho é sinônimo de férias em praticamente todo o planeta e comigo não poderia ser diferente. Estou em férias também, o que pode causar um grande alívio pelo fim temporário de certos compromissos, mas também causa repulsa nas muitas vezes em que não descobrimos nada de interessante para fazer. Quem nunca teve essa sensação e vontade de voltar às atividades “estressantes” do dia-a-dia que atire a primeira pedra.

Hoje, por exemplo, numa tarde gelada e com céu escuro na minha cidade estive horas conversando com um amigo sobre isso e chegamos ao assunto do Escotismo, um movimento que estimula o jovem a desenvolver-se como pessoa e parte da sociedade, assim como parte do próprio meio ambiente. Sei pouco sobre o assunto, mas tenho certeza de que vale a pena investir nisso, pois ajuda bastante na formação do caráter e da boa cidadania. Por isso, nessas férias uma boa alternativa para fugir da monotonia é iniciar as atividades num grupo de escoteiros – espalhados por todo o mundo – que, principalmente através do campismo, transmitem esses valores para os mais novos.

Penso que é importante esse tipo de formação principalmente na atualidade, quando não se cria o hábito de estar em contato com a natureza e quem mais sofre com isso é a parcela da população que mais teria condições e gostaria de praticar essa vivência: as crianças e os adolescentes, os quais hoje têm seu espírito de aventura alimentado por jogos virtuais, sabendo mais sobre os planetas de onde vieram os super-heróis que interpretam nesses jogos do que sobre o próprio chão onde pisam.

É necessário retomar a cultura do contato com o meio ambiente que foi perdida em meio ao processo de urbanização para que possamos respeitar mais a vida, tanto nossa, quanto das pessoas com quem convivemos e, consequentemente, com o ambiente em que vivemos. As férias de julho são um bom momento para dar início a essa movimentação. É simples e faz muito bem a cada um que a pratica.

Vacation: a season to live the environment

By Bruna Todeschini -
July is synonymous with vacation on almost the entire planet and I could not be any different. I am on vacation too, which, on the one hand, means feeling a great burden of certain engagements being lifted off my shoulders, but, on the other hand, means loathing myself because time and time again I cant seem to find anything interesting to do. May those who have never had this feeling and wanted to return to the "stressful" day-to-day life throw the first stone at me.

Today, for example, on a cold afternoon and a dark sky, I spent hours talking with a friend of mine about it in my hometown and we got to the question of Scouting, a movement that supports young people in their development as people and part of the society as well as part of the environment itself. I know little about it, but I'm sure that it is worth investing in it because it helps develop the character and good citizenship. That is why, on this vacation, starting activities in a group of scouts – a community that is spread all over the world – who pass on these values to the younger ones mainly by camping is a good alternative way to escape from the monotony.

I think that this kind of development is important, especially nowadays, when you do not learn the habit of being in contact with nature; and who suffers most from it? - that portion of the population who could and would like to lead a life like that: children and adolescents whose spirit of adventure is fed by virtual games and who know more about the planets from which the super-heroes who are the main characters in these games came than the ground they step on.

It is necessary to recapture the culture of being close to the environment that was lost in the middle of the urbanization process so that we feel more respect for life, both our life and the life of people who we live with and, therefore, for the environment in which we live. The July vacation is a good time to start this movement. It is simple and does those who go for it a lot of good.

Mata Atlântica vista pelo olhar da arte

Acontece até o dia 2 de agosto, no Museu de Ciências Naturais do Jardim Botânico de Porto alegre, a exposição Cacos da Mata, cujo tema é a Mata Atlântica e o conceito é a reciclagem de materiais.

A exposição pretende difundir o que o bioma representa para assegurar a qualidade de vida das presentes e futuras gerações através de pinturas em lonas de caminhão usadas, fusão de vidros, garrafas e canutilhos que se transformam em obras de arte enfatizando a fauna e flora da floresta.


Saiba mais e informe-se sobre a programação de palestras e oficinas infantis (
link).

terça-feira, 21 de julho de 2009

Todos e cada um de nós precisamos pensar e agir pela salvação do planeta

José Lutzenberger foi o maior ambientalista da história do Rio Grande do Sul, sendo conhecido nacionalmente por sua contribuição nas questões ambientais. Em 1987 ele criou a Fundação Gaia, que atua na área de educação ambiental e na promoção de tecnologias brandas socialmente compatíveis, como agricultura regenerativa (ecológica), manejo sustentável dos recursos naturais, medicina natural, produção descentralizada de energia e saneamento alternativo. Conheça um pouco mais dessa história, contada pela filha do ambientalista, Lara Lutzenberger.

Como surgiu a Fundação Gaia e quais são as principais ações desenvolvidas por ela?
A Fundação Gaia surgiu em 1987 pelo meu pai, o ambientalista José Lutzenberger. O objetivo maior sempre foi o de contribuir para uma sociedade mais sustentável. Inicialmente o enfoque foi no estabelecimento da nossa sede rural, o Rincão Gaia, situado a 120 km de Porto Alegre/RS. Sobre uma paisagem lunar, árida, decorrente da exploração de basalto, criou-se um lugar encantador que concilia preservação da biodiversidade e criação de espaços paisagísticos com gestão hídrica, criação ética de animais, produção de alimen
tos e construções que se integram na paisagem.

Também, na mesma época e até o final dos anos 90, atuamos na promoção da agricultura orgânica e no fortalecimento da agricultura familiar como fontes legítimas de segurança alimentar, riqueza sócio-cultural e ambiental. Com uma equipe de agrônomos divulgamos métodos de cultivo regenerativos e promovemos a consolidação de feiras em que o agricultor e consumidor estabelecem o contato direto e pessoal. Esse processo pioneiro alavancou a produção orgânica que segue crescendo até os dias de hoje no estado do Rio Grande do Sul, agora de forma mais independente.

A partir do final dos anos 90, passamos a concentrar-nos no incentivo à mudança cultural, com a promoçã
o de uma consciência e atitude ambiental, especialmente através de oficinas, cursos e vivências oferecidos no Rincão Gaia. Em paralelo, desenvolvemos um amplo programa ambiental de mobilização comunitária em Garopaba/SC e oferecemos consultorias em educação ambiental, levantamentos de biodiversidade, saneamento alternativo e paisagismo natural.

Seu pai, José Lutzenberger, foi o maior ambientalista da história do Rio Grande do Sul, sendo conhecido nacional e internacionalmente por sua contribuição nas questões ambientais. Qual é o sentimento de dar continuidade a iniciativas tão grandiosas para o planeta?
O sentimento que me move é o amor e orgulho que tenho pelo meu pai e o amor e sentimento de responsabilidade que ele me ensinou a ter em relação à grande comunidade terrestre que integramos. Entendo que esse foi o maior legado que ele me deixou: compreender-me co-responsável pelo desdobramento da vida no seu conjunto de manifestações, buscando engajar-me seriamente pelo bem comum e motivando outros a seguir o mesmo caminho.

Segundo Lutzenberger, “O Manifesto Ecológico Brasileiro – o fim do futuro?”, publicado há mais de 30 anos, serviria de grito de alerta aos ecólogos, cientistas e pessoas preocupadas com os iminentes perigos que a humanidade estava para enfrentar. Você considera os tempos atuais como o início do fim do futuro citado pelo seu pai?
O início do fim do futuro começou há 10.000 anos, quando o homem percebeu-se capaz de manipular o ambiente para a conquista de interesses particulares. Passamos a focar nossa existência na produção e consumo de bens até chegar à revolução industrial e consolidar a atual economia de mercado globalizado, que hoje orienta o nosso dia-a-dia pela busca de conquistas materiais e lucros virtuais à custa da destruição de postos de trabalho, de paisagens, habitats, do planeta inteiro e da nossa própria saúde e paz de espírito. Hoje estamos dando os primeiros passos no processo de reversão dessa realidade. Um processo que foi engatinhado por p
essoas como o meu pai, que alertaram para o futuro que estava por findar, caso não nos mobilizássemos e passemos a mobilizar muito mais ainda.

Seu pai já dizia: "Todos os países do mundo precisam pensar em como vamos salvar o planeta". Em sua opinião, como podemos salvar o planeta?
Eu atualizaria essa manifestação dizendo: Todos e cada um de nós precisamos pensar e agir pela salvação do planeta. A solução está no efeito cascata que se estabelece na somatória das nossas ações individuais. Diferentemente de outras espécies, conquistamos uma capacidade ímpar de interferência nos processos inerentes ao desenvolvimento e manutenção da terra. Entretanto, temos adotado uma postura arrogante, atribuindo-nos o direito de submeter o planeta inteiro aos nossos anseios. Mas, temos também uma capacidade singular de análise, compreensão e ação consciente. Entendo que é o momento de reconhecermos nossa postura destrutiva e alienada, reaprendermos (o homem primitivo ainda sabia) a dinâmica e os princípios que permitem
o pleno desenvolvimento da vida e passarmos a adotar uma atitude mais responsável, comprometida com o mundo sustentável que almejamos. Na medida em que mais e mais pessoas assumem essa postura, o processo entra em movimento e é acelerado pela inspiração e mobilização coletiva decorrente.

A Fundação trabalha fortemente com Educação Ambiental. Quais são os resultados evidenciados por esses trabalhos e qual a importância da EA para a busca de uma sociedade mais sustentável?
A educação ambiental, compreendendo aqui:

1. a educação pela compreensão dos princípios, ciclos e fluxos, ou seja, a ‘fisiologia’ e ‘anatomia’, que garantem a integridade da vida planetária; assim como,

2. o fomento de um espírito crítico num mundo movido por interesses comerciais, alheios e alienantes do que realmente importa, e, finalmente;
3. o estímulo a atitude responsável e gratificante;

é peça-chave na consolidação da mudança cultural capaz de reorientar-nos para a construção de um mundo sustentável, de mais paz, alegria e realizações genuínas. Os resultados de iniciativas de educação ambiental são geralmente difusos e subjetivos, difíceis de mensurar de forma imediata, mas acredito que são efetivos e visíveis no longo prazo, através da
mudança cultural que vai se estabelecendo. Como diz um ditado budista: ‘uma árvore que cai, faz bem mais barulho do que a floresta que cresce’. Entendo a educação ambiental como o fertilizante dessa floresta, que cresce silenciosamente.

Você é apontada como sucessora do seu pai na defesa da ecologia e meio ambiente. Qual é o maior desafio enfrentado por você durante a gestão da Fundação Gaia?
Meu maior desafio tem sido o de despertar as pessoas para a percepção da relevância do que estamos oferecendo e engajá-las no processo. Percebo, por exemplo, como pais investem o que têm e, não raras vezes o que não têm, para contratar festas decoradas com elefantes e leões africanos de isopor e plástico, mas relutam em oferecer aos seus filhos vivências como as que oferecemos no Rincão Gaia, em que o contato com a flora e fauna reais da nossa paisagem serve de cenário para a compreensão dos fundamentos da vida. Daí também resulta minha outra maior dificuldade, que é a de conquistar os recursos financeiros necessários para a manutenção de uma equipe e estrutura que nos permitam atuar com mais eficiência.


Como as pessoas podem ajudar a Fundação Gaia?
Participando de nossas atividades, contribuindo com seus talentos e ideias e fazendo doações que revertam para o pleno desenvolvimento de nosso trabalho.

Everyone and all of us must think and act for the salvation of the planet

José Lutzenberger was the greatest environmentalist in the history of the State of Rio Grande do Sul and is known nationally for his contribution to environmental issues. In 1987, he created the Fundação Gaia (Gaia Foundation) which works in the area of environmental education and promotion of socially compatible soft technologies such as regenerative agriculture (organic farming), sustainable management of the natural resources, natural medicine, decentralized energy production and alternative sanitation. Learn a bit more about this story told by the environmentalist’s daughter Lara Lutzenberger.

How did the Fundação Gaia come to be, and, what are the main actions undertaken by it?
The Fu
ndação Gaia was set up in 1987 by my father, the environmentalist José Lutzenberger. The primary objective has always been to make a contribution to a more sustainable society. At first, the focus was on establishing our rural headquarters - the Rincão Gaia located 120km from Porto Alegre/RS. On a lunar, barren landscape due to the basalt mining, a lovely place was created, which joins the preservation of the biodiversity and creation of landscaped areas with water management, ethical animal breeding, food production, and premises that fit perfectly into the landscape.

Also, at the same time, and until the end of the 90s, we had been working to actively promote organic farming and strengthen family farming as legitimate sources of food safety, socio-cultural and environmental wealth. Relying on a team of agronomists, we promoted regenerative methods of cultivation and the consolidation of outdoor markets where both the farmer and the consumer establish a direct and personal contact. This pioneering process prompted the organic production that has been growing in the state of Rio Grande do Sul ever since, but in a more independent way now.

From the end of the 90s on, we began to focus on encouraging the cultural change with the promotion of environmental awareness and attitudes, especially thro
ugh workshops, courses, and experiences offered in Rincão Gaia. Parallelly, we developed a comprehensive environmental program of community mobilization in Garopaba/SC and offered consulting services in environmental education, performance of biodiversity surveys, alternative sanitation, and natural landscaping.

Your father, José Lutzenberger, was the greatest environmentalist in the history of Rio Grande do Sul; he is known both nationally and internationally for his contribution to environmental issues. What does continuing such great initiatives for the planet feel like?
What keeps me going me is love and pride I feel for my father and love and a sense of responsibility that he taught me to feel for the large earth community that we are part of. I understand that this was the greatest legacy he left me: I see myself as co-responsible for the developme
nt of life in the entirety of its manifestations, trying to get engaged seriously for the common well-being and encouraging others to follow the same path.

According to Lutzenberger, "O Manifesto Ecológico Brasileiro – o fim do futuro?" (The Brazilian Ecological Manifesto – the end of the future?) which was published more than 30 years ago would serve as a warning to environmentalists, scientists, and people concerned about the imminent threats that humanity was about to face. Do you consider the present time as the beginning of the end of the future cited by your father?
The beginning of the end of the future started 10,000 years ago when the man realized that he was able to manipulate the environment in order to satisfy his own private interests. We began to focus our existence on the production and consumption of goods until we got t
o the industrial revolution and consolidated the current economy of the globalized market, which now guides our everyday life in search of material gain and virtual profits at the expense of destroying jobs, landscapes, habitats, the entire planet, and our own health and peace of mind.
Today, we are taking the first steps in the process of reversing this reality. A process that was put in gear by people such as my father who warned about the future that would come to an end if we didn’t mobilize enough.


Your father used to say: "All countries in the world need to think about how we will save the planet". In your opinion, how can we save the planet?
I would bring this expression up to date by saying: All and every one of us must think and act for the salvation of the planet. The solution is in the ripple effect that takes place as a sum of our individual actions. Unlike other species, we acquired a unique ability to interfere with the processes inherent to the development and maintenance of the land. However, we adopted an arrogant attitude, giving ourselves the right to subject the entire planet to our desires. But we also have a remarkable capacity to analyze, understand, and act consciously. I believe it is time we recognized our destructive and alienated attitude, relearn (even prehistoric men were aware of that) the dynamics and principles that allow the full development of life, and start adopting a more responsible attitude committed to the sustainable world that we desire. As more and more people t
ake this stance, the process is set in motion and sped up by the resulting collective inspiration and mobilization.

The Foundation works hard on the goals of Environmental Education. What results did this work show and what is the importance of the EE in search of a more sustainable society?
Environmental education which comprehends:

1. educate in order to understand the principles, cycles and flows, i.e., the 'physiology' and 'anatomy' that ensure the integrity of life on the planet;
2. Foster a critical spirit in a world driven by commercial interests alien to and alienating from what really matters; and, last but not least

3. Stimulate the rewarding and responsible attitude;


is key to the consolidation of cultural change capable of reorienting us toward building a sustainable world, toward more peace, joy and genuine achievements. The results of the initiatives in environmental education are often vague and subjective, difficult to measure in an immediate manner, but I believe that they are effective and visibl
e in the long term through the cultural change that is going to be established little by little. As a Buddhist saying goes: 'a tree that falls makes a lot more noise than a forest that grows’. I see environmental education as the fertilizer of this forest which grows silently.

You are named as a successor of your father in the defense of the ecology and environment. What is the biggest challenge you’ve ever faced during the management of the Fundação Gaia?
My biggest challenge has been to awaken people to the perception of the relevance of what we offer and engage them in the process. For instance, I see how parents invest what they have, and, more often than not, what do not have, to throw birthday parties decorated with Styrofoam and plastic African elephants and lions, but are reluctant to share with their children the experiences that we offer here at Rincão Gaia, where the contact with the real flora and fauna in our landscape serves as a background for understanding the fundamentals of life, leading to my other major difficulty which is to raise the necessary funds to keep a team and structure that would allow us to operate more efficiently.


How can people help the Fundação Gaia?
By participating in our activities, contributing with their talents and ideas, and making donations that are intended to fully develop our work.


Photos: Paulo Backes/Jefferson Pietroski/Carlos Stein/Tereza Barbosa de Souza-Fundação Gaia

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Exemplo na luta pelo meio ambiente

Há dois anos Jiang Xiquan vendeu seu restaurante e passou a viajar pela China em uma nada discreta motoneta no formato do planeta Terra com uma única missão: ajudar seus conterrâneos a cuidarem melhor do meio ambiente.

Tudo começou quando Jiang viu na televisão a notícia da morte de uma tartaruga de mais de 100 anos por ter ingerido sacolas plásticas. Desde então foram milhares de quilômetros, atravessando quase metade da China, conscientizando as pessoas sobre os danos que elas causam à natureza e à si mesmas.

Quando perguntado sobre o porquê de tamanho sacrifício, Jiang responde que apenas quer fazer o mundo um pouco melhor. “Em todas as cidades eu visito as escolas, porque as crianças vão contar para os pais em casa. Espero estar sensibilizando alguém para ajudar o meio ambiente”. Leia mais.

Veja mais detalhes desta aventura que exige muito esforço e coragem!



Fonte: Envolverde

Saving the environment on a motorbike

Jiang is a lone warrior on a mission: with his Earth Bike he travels through China to raise awareness for the Chinese environment. Two years have passed since he left his hometown, another two to go before he has crossed the entire country.

Watch the report!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Atitude é o melhor presente

No mês do meu aniversário, um dos presentes mais bacanas que estou recebendo são os acessos ao meu Blog. Para mim é gratificante ver que as pessoas estão buscando informação sobres as questões socioambientais do nosso planeta e, conseqüentemente, estão buscando formas de ajudar, de mudar suas atitudes, de fazer a diferença.

Sei que toda essa questão muitas vezes parece estar distante de nós e a verdade é que não temos certeza de nada: se a Antártida vai derreter, se os ursos vão ser extintos, se vamos ter água boa pra beber, se o oceano vai inundar nossas praias ou se a Terra vai ficar insuportavelmente quente... A única certeza que temos é que podemos ter atitudes melhores no dia-a-dia para diminuir o impacto que causamos no Planeta. É nossa obrigação!


Então, se cada um estiver consciente de seus atos e colocar em prática ações sustentáveis no dia-a-dia, teremos a certeza de que estamos fazendo, pelo menos, o mínimo que está ao nosso alcance.


Se você acredita nesta ideia, participe do blog, mande suas sugestões, conscientize as pessoas próximas a você e faça parte desta corrente pelo Planeta.


Um beijo e muita luz!

Gisele

Attitude is the best gift

In my birthday month, one of the coolest gifts I could ever dream of is the number of hits I’m getting on my Blog. Seeing that people are seeking information about the social issues of our planet and, therefore, are trying to find ways to help, change their attitudes, make a difference is very rewarding for me.

I know that this whole issue often seems remote to us and the truth is we are not sure of anything: will Antarctica melt? will polar bears be extinct? will we have good drinking water? will the ocean flood our shores, or will the Earth be unbearably hot?…The only thing we can be sure of is that we can have better attitudes in our daily life in order to reduce the impact we cause on the planet. It is our obligation!

So, if everyone is aware of their own acts and puts sustainable actions into practice in their daily life, we can be sure that we are doing at least what is within our reach.


If you believe in this idea, join the blog, send your suggestions, talk to the people next to you, and do your part in this fight for the planet.

A kiss and a lot of light!

Gisele

Report chooses 20 solutions to the climate problem

Super-efficient cooking stoves, ceramic fuel cells, behavioral programs, and other ideas were presented in England and show that small initiatives can contribute to the fight against global warming.

Twenty ideas were picked out and are now part of the Manchester Report 2009. The document will be sent out to politicians who are involved in the creation of the post-Kyoto climate agreement which is expected to be finalized at the Copenhagen Climate Conference in December.

Relatório reúne 20 soluções para a questão climática

Fornos super eficientes, células cerâmicas de combustível, programas comportamentais e outras ideias foram apresentadas na Inglaterra e mostram que pequenas iniciativas inovadoras podem colaborar no combate ao aquecimento global.

Vinte ideias se destacaram e agora integram o Manchester Report 2009. O documento será distribuído para políticos que estão envolvidos na criação do acordo climático pós-Quioto, o qual se espera que seja finalizado na Conferência do Clima em dezembro, em Copenhague. Saiba mais.

Fonte:
Envolverde

terça-feira, 14 de julho de 2009

Life in the Forest told by those you live there

Divided into 10 episodes, the documentary ‘Pele Verde (Native Green Project)’ shows the Amazon through the eyes of its inhabitants.

The native inhabitants of the reservations - Catuá-Ipixina, Mamiraupa, Uatumã and Uacari - themselves cooperated in the shooting of the film suggesting topics and telling about their lives in the forest.

Check out the preview below and watch the episodes on Youtube.

A vida na floresta contada por quem vive nela

Dividido em 10 episódios, o documentário ‘Pele Verde’ mostra a Amazônia através dos olhos de seus habitantes.

Os próprios moradores das reservas - Catuá-Ipixina, Mamiraupa, Uatumã e Uacari - colaboraram nas filmagens, sugerindo temas e narrando suas vidas na floresta.

Abaixo confira o trailer e assista aos episódios no Youtube.

China, trabalhando em silêncio

Por Regina Scharf* -
Quem se preocupa com o futuro do planeta, morre de medo da China. Primeiro, porque hoje ela é o maior emissor de gases promotores do aquecimento global. Segundo, porque um em cada cinco habitantes da Terra é chinês e até recentemente o país tinha um padrão de consumo baixo, típico do comunismo. Isto está mudando, e se os chineses começarem a consumir como os norte-americanos, por exemplo, o mundo entrará numa gelada. Terceiro, porque, para muitos no Ocidente, a China é uma caixa-preta - ninguém entende bem como funciona. O medo é que seja difícil controlar um país que, por muito tempo, foi conhecido como o “perigo amarelo”.


Só que existe um dado novo nessa equação, que pouca gente percebeu. Em apenas meia década, a China, que praticamente desconhecia a geração de energia solar e eólica, virou líder mundial nessas duas áreas. O governo chinês já anunciou que, até 2020, 16% da energia consumida no país será renovável. Só no ano passado, o país investiu US$ 15,6 bilhões nessa indústria.


A China também está ganhando terreno nos mercados de outras tecnologias voltadas ao combate ao aquecimento global, como a produção de aquecedores solares e baterias recarregáveis. Além disso, o governo está subsidiando as vendas de eletrodomésticos de baixo consumo energético, de modo que eles detenham 30% do mercado chinês até 2012.


Quer dizer: o bicho-papão chinês pode ser mais manso do que se pensava. E todo o mundo ganha com isso.

* Coluna mensal da jornalista especializada em meio ambiente Regina Scharf, que publica artigos especiais sobre o tema. A profissional tem passagem por importantes veículos de comunicação e organizações não-governamentais. É autora de vários livros da área e ganhou os prêmios Reuters-UICN (América Latina) e o Ethos. Visite o Blog da autora: link

China, working in silence

By Regina Scharf* -
Those who are worried about the future of the planet are afraid of China. First, because today it is the largest emitter of greenhouse gases that cause global warming. Second, because one in five inhabitants of the earth is Chinese, and until recently the country has had a pattern of low consumption, typical of communism. This is changing, And if the Chinese start consuming like the Americans, for example, the world will enter an ice age. Third, because, for many in the West, China is like a flight data recorder - nobody understands how it works. The scary part is that it may be difficult to control a country that has been known as the "yellow danger" for a long time.

But there is a new element in this equation, which few people have noticed. In just half a decade, China that hardly knew anything about the generation of solar and wind power has become a world leader in both areas. The Chinese government has already announced that, by 2020, 16% of energy consumed in the country will be renewable. The country invested $ 15.6 billion in this industry only last year.

China is also gaining ground in markets of other technologies aimed at fighting global warming such as the production of rechargeable batteries and solar heaters. Moreover, the government is subsidizing the sale of energy-efficient appliances so that they will account for 30% of the Chinese market by 2012.


That is, the Chinese bogeyman can be gentler than you’ve thought. And everybody wins with it.

* Monthly column written by the journalist specializing in the environment Regina Scharf who publishes special articles about the theme. The professional worked for important vehicles of communication and non-governmental organizations. She has authored several books in this field and won the Reuters-UICN (Latin America) and Ethos awards.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Site traz textos, fotos e vídeos sobre línguas indígenas

Com 219 idiomas, somos a oitava nação mais linguisticamente diversa do planeta. Entretanto, o Brasil é um dos países campeões em línguas ameaçadas de extinção.

As línguas indígenas que correm o risco de desaparecer são o tema de um site. Um mapa interativo mostra a distribuição de 190 línguas indígenas do Brasil - algumas delas extintas. O mapa é complementado por textos, fotos e vídeos. Há também conteúdo multimídia sobre os Akuntsu, Kanoê e Ka'apor, que praticam a única língua de sinais indígena catalogada no Brasil. No site, há depoimentos dos últimos falantes do Poyanawa e um vídeo sobre a escola de sua aldeia. Também há um documentário sobre os poliglotas de São Gabriel da Cachoeira (AM), a Babel brasileira. Podem-se ainda ouvir palavras em Xipaya.

Notícia do Jornal: Folha de São Paulo.
Fonte: ISA – Manchetes Socioambientais.

É possível salvar os rios

Reportagem especial da Rede Globo mostra a história do rio Han, um gigante que corta a cidade de Seul, na Coreia do sul, e que acabou ficando livre da poluição.

Confira aqui este exemplo de reintegração urbana sustentável!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Negociações do novo acordo sobre mudança climática

As 17 maiores economias do mundo concordaram ontem, em uma reunião na Itália, que o aquecimento global não deve passar dos 2°C em relação à temperatura pré-Revolução Industrial. Contudo o objetivo proposto para evitar os piores efeitos das mudanças climáticas - redução média de 50% para todos os países nas emissões de gases-estufa - está defasado. Os dados mais novos mostram que o esforço tem de ser maior. A chance de se limitar a 2°C com o corte proposto é de 25%. "Se quisermos ter certeza de que vamos ter aquecimento de 2°C, o corte tem de ser de 80%", explica o climatologista Carlos Nobre, do Inpe. (Leia mais).

Enquanto as discussões sobre o combate às mudanças climáticas se tornam cada vez mais frias, o Ártico esquenta. Estudo divulgado esta semana por cientistas da Nasa revela que o gelo marinho da região foi drasticamente reduzido desde 2004. Mais de 40% dessa área foram perdidos, segundo os cientistas. Sem essas áreas congeladas, as águas escuras do Ártico passam a absorver mais o calor do Sol, em vez de refleti-lo, acelerando o aquecimento na região. O estudo foi publicado na revista "Geophysical Research Ocean".

Notícias dos Jornais: O Estado de São Paulo e O Globo.
Fonte:
ISA – Manchetes Socioambientais.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Give your opinion and help a charity organization

The website Opinion World is an online research community in several countries such as Argentina, Australia, Brazil, Hong Kong, Germany, UK, China, and France, among others.

The questionnaires of the website give businesses an opportunity to learn more about yours views and, in return, you have a chance to influence what is happening in the society.


Those who answer the entire research questionnaire on the website can choose an organization to send a donation. Learn more and participate!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Responda uma pesquisa e ajude o Bioma Mata Atlântica

O site Mundo de Opiniões é uma comunidade de pesquisas online presente em diversos países e que está inaugurando suas atividades no Brasil.

Os questionários do site dão às empresas a oportunidade de saber mais sobre seus pontos de vista e em troca você tem a chance de influenciar o que acontece na sociedade.

Aqueles que respondem uma pesquisa completa no site podem escolher uma organização para receber uma doação. Agora, os membros da comunidade têm a opção de fazer esta doação para a Fundação SOS Mata Atlântica e ajudar a proteger este bioma.

Qual será o teu futuro?

Por Marina Lemos -
É incrível perceber que, quanto mais informação as pessoas têm hoje em dia, mais elas se arriscam. Era para ser o contrário, não é mesmo? Seria tão bom se as pessoas prestassem atenção nas informações que recebem e se conscientizassem sobre os danos das drogas e os prejuízos que esse envolvimento traz, por exemplo. Mas sabemos que não é bem assim que as coisas acontecem.

Muitos entram no mundo das drogas pela adrenalina de fazer algo perigoso. Outros para poder esconder suas mágoas e problemas. Há os que simplesmente seguem as influências de "amigos". Drogas como maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD, inalantes, heroína, barbitúricos, morfina, skank, chá de cogumelo, anfetaminas, clorofórmio, ópio e outras são ilegais na maioria dos países. Porém, existe a comercialização negra, sem autorização das autoridades. As pessoas que usam, ou vendem tais drogas, deveriam ser presas. Mas sabemos que isso raramente acontece.

As coisas estão de pernas para o ar e já está na hora de colocar tudo em seu devido lugar. Como? Bom, não é simples. Na verdade não é nada simples. Seria muito bom se as pessoas simplesmente negassem tal uso, assim não existiria tráfico ilegal, pessoas morrendo, famílias sofrendo, crianças matando o seu futuro por apenas alimentar um vício. Vício esse que pode ser tratado. Existem diversas clinicas de reabilitação, onde maioria das pessoas consegue se livrar do vício, mas para isso a pessoa tem que ter muita força de vontade e apoio da família.

Apoio, carinho, amor. É isso que essas pessoas dependentes precisam. Na verdade todos nós precisamos né. Temos que dar mais atenção e dedicar um pouco mais de nós para as pessoas ao nosso redor, afinal, é essa carência afetiva que muitas vezes causa o uso de drogas, como uma fuga. Então, os pais devem prestar bastante atenção em seus filhos, incentivar o diálogo, conhecer as companhias. Não deixe que esse vício se prolongue entre gerações. Temos que valorizar nossas vidas. Por isso, DROGAS NÃO! VIDA SIM!

What is your future?

By Marina Lemos -
It is incredible to realize that the more information people have nowadays, the more they are willing to take chances. But it was supposed to be the other way around, wasn’t it? For example, it would be very nice if people paid attention to the information they get and became aware of the harm drugs cause and the damages that such involvement brings about. But we know that’s not the way things happen.

Many enter the world of drugs to feel that rush of adrenaline when you do something dangerous. Others - to hide their sorrows and problems. There are those who simply cave to peer pressure. Drugs such as marijuana, cocaine, crack, ecstasy, LSD, inhalants, heroin, barbiturates, morphine, skunk cannabis, mushroom tea, amphetamines, chloroform, opium, and many others are illegal in most countries. However, there is a black market that deals in them without permission of the authorities. People who use or sell such drugs should be arrested. But we know that hardly ever happens.

Things are upside down and now it's time to set them straight. How? Well, it is not that simple. In fact, nothing is simple. It would be good if people simply said no to drugs, then there would be no drug trafficking, people dying, families suffering, children killing their future to just feed their addiction. An addiction that can be treated. There are different rehabilitation clinics where most people can kick the habit, but, for that to happen, one must have great willpower and family support.

Support, affection, love. That’s what these people need. As a matter of fact, we all need it, right? We must give more attention and a little more of ourselves to the people around us; after all, this lack of affection often makes people use drugs to escape from reality. So, parents should give a lot of attention to their children, encourage the dialogue, get to know people their children hang around. Do not let this addiction stay for generations. We must not take our lives for granted. That is why SAY NO TO DRUGS! SAY YES TO LIFE!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Countries too slow in race against climate change

Published annually, the G8 Climate Scorecards aim to assess the performance of G8 +5 (a group of seven largest economies plus Russia and five developing countries) in terms of development of their national climate change policies and implementation of actions to prevent climate-related problems.

The report ranked the countries that contribute most to stopping global warming. The following countries are helping the climate right now: Germany, first place; the UK, second place; and, France – third place. Italy and Japan that came in fourth and fifth, respectively, are in the lower middle position. Canada, the United States, and Russia, in this order, had the worst performance in fulfilling the Kyoto Protocol climate targets. Learn more about it.

Países lentos demais na corrida contra a mudança climática

Publicado anualmente, o relatório G8 Climate Scorecards se propõe a avaliar os países do G8+5 (grupo das sete maiores economias mundiais mais a Rússia e cinco países em desenvolvimento, entre eles o Brasil) quanto aos avanços em suas políticas nacionais sobre mudanças climáticas e a implementação de ações para a prevenção de problemas.

O relatório fez um ranking dos países que mais contribuem para deter o aquecimento global. Quem está ajudando o clima neste momento são: Alemanha, em primeiro lugar, Reino Unido, em segundo, e a França, em terceiro. A Itália e o Japão, que aparecem em quarto e quinto lugar, respectivamente, estão numa posição média baixa. O Canadá, os Estados Unidos e a Rússia, nesta ordem, tiveram o pior desempenho no cumprimento das metas de clima do Protocolo de Quioto. Saiba mais.

Fonte: WWF - Brasil

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Nada se perde, tudo se transforma

O Mensageiro da Caridade, programa desenvolvido pelo Secretariado de Ação Social da Arquidiocese de Porto Alegre/RS, é uma entidade sem fins lucrativos que atua, há 51 anos, na comercialização de móveis, utensílios domésticos, eletrodomésticos e eletroportáteis usados, provenientes de doações. A instituição recebe objetos dos mais variados tipos, que vão desde pentes a computadores e ainda oferece transporte gratuito para a coleta. Depois de restaurados, as peças são revendidas a preços simbólicos.

O valor arrecadado com a venda é transferido em recursos para o desenvolvimento dos programas assistenciais da Instituição. Com o Projeto Apoio à Criança e Amparo à Família, o Mensageiro atende às famílias beneficiárias com acompanhamento médico e dentário, escola em regime de educação infantil para as crianças e geração de renda para membros desempregados da família, com acesso ao emprego e à qualificação profissional. Os jovens entram como aprendizes e se transformam em técnicos em Eletrônica e em Computação. Mais informações em (51) 3223-2555.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Time For Climate Justice

The UN Conference to discuss climate change in the world will be held in December 2009. Such authorities as Kofi Annan (2001 Nobel Peace Prize Winner and currently the seventh Secretary-General of the United Nations), Rajendra Pachauri (Nobel Peace Prize Winner and chairman of the Intergovernmental Panel on Climate Change - IPCC), Desmond Tutu (South African Anglican bishop and 1983 Nobel Peace Prize Winner), among others will be present at this important and decisive event.

Aiming to make the people join the cause, the project "TCK TCK TCK - Time for Climate Justice" focused on creating an active network that encourages joint and impactive actions until December, when the Event will take place in Copenhagen, was launched.

Those interested in helping the cause can download the official campaign song performed by international celebrities such as actresses Marion Cotillard and Milla Jovovich as well as the economist and the 2006 winner of the Nobel Peace Prize, Mohammad Yunus.

Learn more about it by visiting the official website of the campaign.


Pressão por um mundo melhor

Será realizada em dezembro de 2009 a Conferência das Nações que debaterá sobre as alterações climáticas no mundo. Autoridades como Kofi Annan (Nobel da Paz em 2001 e hoje sétimo Secretário-Geral das Nações Unidas), Rajendra Pachauri (Nobel da Paz e presidente do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas - IPCC), Desmond Tutu (Bispo anglicano sul-africano e Nobel da Paz em 1983), entre outros estarão presentes neste importante e decisivo evento.

Com o objetivo de unir a população à causa, foi lançado o projeto “Tck Tck Tck - Time For Climate Justice”, cujo foco é criar uma rede ativa que estimule ações impactantes e concatenadas até dezembro, quando acontecerá o evento, em Copenhagen.

Os interessados podem colaborar fazendo o download da música oficial da campanha, interpretada por personalidades internacionais, como as atrizes Marion Cotillard e Milla Jovovich, assim como economista e vencedor do prêmio Nobel da Paz de 2006, Mohammad Yunus.

Saiba mais sobre acessando o site oficial da campanha.