sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Por um acordo global de clima justo e eficiente
Neste sábado, 29 de agosto, acontece a instalação de um relógio de 3 metros de altura movido a energia solar no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A iniciativa marcará o início da campanha TicTacTicTac na capital paulista. Outras cidades também promoverão eventos de lançamento da campanha neste mesmo dia.
A campanha, internacional, começa há cem dias da Conferência do Clima de Copenhague, quando as nações chegarão ao acordo sobre as metas para reduzir as emissões de gases que causam o aquecimento global.
Você pode participar assinando o manifesto da campanha e mostrar aos líderes mundiais que você também quer frear as mudanças climáticas e amenizar seus efeitos. Saiba mais.
Fonte: ISA – Manchetes Socioambientais e WWF
Evento irá debater modelos para uma economia sustentável
Acontece, de 1º a 4 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, a 2ª Feira Internacional para o Intercâmbio das Boas Práticas Socioambientais (FIBoPS). Com entrada gratuita, o evento vai oportunizar aos participantes a discussão de diferentes temas a partir de seminários, painéis, fóruns, visitas, demonstrações técnicas, oficinas, exposições artísticas, vídeo palestras, entre outros.
Confirmado para falar sobre tecnologias limpas e renováveis, Carlos Zundt, gerente de planejamento da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo, acredita que “a importância de iniciativas dessa natureza é a de demonstrar que sempre é possível fazer algo mais para garantir práticas econômicas e inteligentes de atuação pessoal e econômica, tendo como foco a sustentabilidade, garantida a economia, o trabalho, a renda e um meio ambiente saudável para a nossa e as futuras gerações”.
Maiores informações no site oficial.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Art made from bottles
A website has gathered up some cool and weird stuff made from bottles. We reproduce two of them below:

Check out the entire list here and be amazed!
Source: Treehugger
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Série de TV sobre sustentabilidade indica Blog da Gisele
As emissões de carbono, o desperdício de água e de energia, a reciclagem, a poluição sonora e visual, entre outros temas, são discutidos no seriado “Gente Lesa”, da GNT.
Ao final de cada episódio, a personagem Bia, uma ativista muito engajada nesses assuntos, fala de exemplos interessantes, como o Blog da Gisele.
Confira!
Antes que nosso tempo acabe
Por Bruna Todeschini -
Doar sempre foi e sempre será um gesto bonito e nunca sairá de moda. Doar tempo tem se tornado, nos últimos tempos, artigo de luxo entre as ações sociais. Essa maneira de exercer a solidariedade é possivelmente a mais difícil de ser realizada, por demandar dedicação, desprendimento e disposição da pessoa doadora. Mas certamente é a que traz mais gratificação para quem a exerce. Uma ONG internacional chamada Make-A-Wish tem trabalhado muito com essa questão e vem alcançando grandes resultados.
O propósito dessa organização é transformar sonhos de crianças em realidade. Sonhos que provavelmente nunca teriam a chance de ser realizados justamente pela falta de tempo, tempo de vida, pois as crianças beneficiadas têm doenças graves que colocam em risco suas vidas. É um trabalho um pouco exigente, mas muito bonito e saudável, porque nos faz refletir sobre como estamos administrando o tempo de nossas vidas, que parece ser infinito enquanto nenhuma enfermidade nos atinge, mas que pode ser repensado antes disso.
Os desejos atendidos são grandes fantasias para os pequenos, mas podem ser muito simples de serem realizados. É o caso de Jaine dos Santos Araújo, que desejava simplesmente ver o mar. Entenda e sinta o significado da realização de um sonho no vídeo:
Em pouco tempo e com dedicação esses “mágicos” realizaram o sonho de uma vida inteira de uma criança. Continuar esse trabalho e espalhar a ideia de literalmente relativizar o tempo de que dispomos é uma tarefa que devemos realizar com bastante empenho, até porque beneficia a todos os envolvidos, tanto os que recebem quanto os que doam seus “tempos”.
Before our time is up
By Bruna Todeschini -
Donating has always been and will always be a nice gesture and will never go out of fashion. Donating time has recently become a luxury item among social actions. This way of exercising solidarity is possibly the most difficult one because it demands from the donor dedication, selflessness, and willingness. But it is surely most rewarding to those who do it. An international NGO called Make-A-Wish has worked very hard and achieved great results.
Its purpose is to make children's dreams come true. Dreams that would probably never have a chance to come true precisely because of the lack of time, time of life, because children who benefit from it have serious diseases that put their lives at risks. It is a bit demanding work, but very beautiful and healthy, because it makes us reflect on how we manage the time of our lives, which seems to be infinite while no disease affects us, but that can be rethought before it.
The wishes are great fantasies for children, but granting them can be very simple. This is the case of Jaine dos Santos Araújo who simply wanted to see the sea. Understand and feel the meaning of how this dream came true in the video:
In a short time and with dedication, these "magicians" granted the lifetime wish of a child. Continuing this work and spreading the idea of literally relativizing the time we have is a task that we must accomplish with enough devotion because it benefits all those involved: those who receive and those who donate their "time".
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Água e vida no Pantanal

A destruição do Pantanal afeta diretamente a vida de milhares de pessoas e de um ecossistema importante para o equilíbrio ecológico do continente, causando alterações até no clima. A região também é importante para o suprimento de água, a estabilização do clima e a formação do solo.
Mais do que nunca, as agressões à natureza põem em risco esse patrimônio nacional e todos nós. Saiba mais sobre esta que é a maior área úmida inundável do planeta.
Fonte: WWF – Brasil
Cooperação na luta pela água

Como quase metade das águas superficiais disponíveis em todo o mundo se encontra em 263 bacias de rios internacionais, os países que compartilham fronteiras têm duas opções: ou colaboram ou vão à guerra. Por isso um dos temas principais dos debates que aconteceram durante a Semana Mundial da Água, de 16 a 22 de agosto, em Estocolmo, ter sido o manejo das águas transfronteiriças.
Segundo a Organização das Nações Unidas, mais de 880 milhões de pessoas em todo o mundo ainda carecem de acesso à água potável. Mas alguns especialistas se mostram pessimistas prevendo futuros conflitos militares em torno dos escassos recursos hídricos. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, admitiu que apesar da preocupação quanto à possibilidade de “disputas violentas” por esses recursos compartilhados, a cooperação é a resposta mais comum dos povos que competem pela água. Ban reforçou seu argumento dizendo que há pelo menos 300 pactos hídricos internacionais, comumente entre partes que de outro modo estariam se enfrentando. “Estes acordos demonstram o potencial dos recursos hídricos compartilhados para impulsionar a confiança e promover a paz”’, afirmou o secretário-geral. Leia mais.
Fonte: Envolverde.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Dirty water for a good cause
Aiming to draw attention to water-borne diseases, the UNICEF has launched a new impelling campaign. It shows a machine that sells dirty water for $ 1. The names of 8 diseases as dengue fever, salmonella, malaria, and cholera, among others that are transmitted when contaminated fresh water is consumed, are instead of the flavors.
According to the UNICEF, every $ 1 raised will be used to provide 40 children from underdeveloped countries with clean drinking water for a day. Learn more about it on the official website!
Água suja por uma boa causa
Com o objetivo de chamar atenção para as doenças causadas pelo consumo de água suja, a UNICEF lançou uma nova campanha bem impactante. Trata-se de uma máquina que vende água suja por 1 dólar. No lugar do ‘sabor’ estão os nomes de 8 doenças transmitidas através da ingestão de água não potável, como, dengue, salmonela, malária, cólera, entre outras.
Segundo a UNICEF, cada 1 dólar arrecadado será revertido para fornecer água limpa e potável por um dia para 40 crianças de países subdesenvolvidos. Saiba mais no site oficial!
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Viruses: Man’s Predators
By Yuri Souza -
About six years ago, Science magazine published an important article showing that, after years of stability, the North American swine influenza virus had made an unprecedented evolutionary leap. With that, in the recent decades, the livestock breeding sector has turned into something that looks more like the petrochemical industry than a bucolic family farm as school text books like to describe it.
Scientists converge in the opinion that humanity has been underestimating the microbes because of the appearance of several viral emergencies that took place in the twentieth century and the appearance of highly transmissible influenza A virus subtype H1N1 (swine flu) at the beginning of this century (one third of the world population could be infected), and the highly lethal subtype H5N1 (bird flue) (63% of infected humans have died from it), among other reasons. And, of course, because of the likelihood of genetic exchange between them, which may create a super virus (highly transmissible and lethal).
The science has moved forward with the studies of ecology at the level of human interaction (fully visible), but we known almost nothing about the microbial ecology. Of 5,000 species of viruses known to exist in the world, we have identified less than 4% of them. It is estimated that there are 300 thousand to 1 million bacteria and we only know a thousand species, most of them terrestrial.
However, we know enough to say that, when ecosystems (macro or micro) are severely damaged, the resulting imbalance between flora, fauna, and microbes creates opportunities for the microorganisms to leave their old hosts and attack men whose current immune system is compromised due to polluting agents.
The poverty of the large part of our society, which exposes humans to the rapid spread of the disease and creates favorable conditions for the resistance of microorganisms to drugs, goes hand in hand with this fact. Contrary to what most think, we are not alone at the top of the food chain; there are predators that are adapting, changing, and evolving a lot faster than we are.
We have been negligent toward many things such as environmental preservation, social justice, and also viruses. And this is an issue that is coming back to haunt us. Either we learn how to live together (humans, among themselves, and with all other forms of life) or we die together, probably exterminated by our predators.
Vírus: Os predadores do homem
Por Yuri Souza -
Há cerca de seis anos a revista Science publicava um artigo importante mostrando que, depois de anos de estabilidade, o vírus da gripe suína da América do Norte havia dado um salto evolutivo vertiginoso. Com isso, nas últimas décadas o setor pecuário transformou-se em algo que se parece mais à indústria petroquímica do que à bucólica fazenda familiar, como os livros de texto na escola gostam de descrever.
Cientistas convergem para a opinião de que a humanidade vem subestimando os micróbios, entre outras razões, pelo aparecimento de diversas emergências viróticas ocorridas no século XX e o aparecimento, no início deste século, dos vírus influenza A subtipo H1N1 (gripe suína), de alta transmissibilidade (um terço da população mundial poderá ser infectada) e do subtipo H5N1 (gripe aviária), de alta letalidade (63% de mortes entre os infectados). Além, é claro, da probabilidade de intercâmbio genético entre eles, que gerariam um super vírus (altamente transmissível e letal).
A ciência tem avançado nos estudos sobre ecologia no nível da interação humana (totalmente visível), porém, quase nada conhecemos sobre a ecologia microbiana. Das 5.000 espécies de vírus que se sabe existir no mundo, identificamos menos de 4% delas. Estima-se que haja de 300 mil a 1 milhão de bactérias e conhecemos apenas e mil espécies, a maioria terrestre.
Porém, sabemos o suficiente para afirmar que, quando os ecossistemas (macros ou micros) são severamente danificados, o desequilíbrio resultante entre flora, fauna e micróbios cria oportunidades para que os microorganismos abandonem seus hospedeiros antigos e ataquem os homens, que por sua vez, já tem o seu sistema imunológico atual comprometido devido a agentes poluentes.
Associa-se a este fato à pobreza de grande parte da nossa sociedade, que expõe seres humanos a disseminação rápida de doenças e cria condições favoráveis à resistência dos microorganismos aos medicamentos. Ao contrário do que a maioria pensa, não estamos sozinhos no topo da cadeia alimentar e temos predadores, que estão se adaptando, mudando e evoluindo muito mais rapidamente que nós.
Fomos negligentes com muitas coisas, como a preservação ambiental, a justiça social e também os vírus. E esse é um assunto que está voltando a nos assombrar. Ou aprendemos a viver juntos (humanos, entre si, e com todas as outras formas de vida) ou morreremos juntos, provavelmente exterminados por nossos predadores.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Climate change and China
Here's a beautiful little filmic essay on the realities of climate change from Greenpeace China campaigner Xin Yu (otherwise known as "Fish"), made aboard the Arctic Sunrise during the current expedition to monitor a 100 km2 ice island breaking off Greenland's Petermann glacier.
Mata Atlântica: 93% do que havia originalmente já foi devastado
A Equipe do Übersite entrevistou a diretora de Gestão do Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica, Marcia Hirota, que falou sobre a situação do bioma, a importância das árvores para o futuro da natureza e muito mais. Não deixe de ler!
Assim como a Gisele, a SOS Mata Atlântica possui um Blog. O que a senhora acha do uso da Internet como forma de divulgação e conscientização de assuntos socioambientais?
A internet é um meio essencial para informar e mobilizar cada vez mais pessoas sobre as emergências para a conservação de um Bioma como a Mata Atlântica. Somos cerca de 112 milhões de moradores em áreas antigamente ocupadas pela Mata Atlântica. As principais cidades brasileiras estão neste contexto. Então precisamos de uma ferramenta ágil, que chegue a todos ao mesmo tempo e a internet é a melhor solução, aliada também a muita conversa presencial Brasil afora.
A Fundação SOS Mata Atlântica possui diversos projetos. Um deles é o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, considerado a principal ferramenta de conhecimento da Mata Atlântica pela sociedade. No que consiste esse estudo e quais são os resultados evidenciados?
O Atlas é realizado desde 1989 pela Fundação SOS Mata Atlântica em parceira com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Por meio de imagens de satélite, verificadas em viagens a campo por nossa rede de pesquisadores parceiros, conseguimos mostrar pela primeira vez qual era a extensão original da Mata Atlântica. Na última edição do Atlas, atualizada até o final de 2008, pudemos mostrar que 93% do que havia originalmente já foi devastado. Também conseguimos disponibilizar os mapas dos municípios da Mata Atlântica nos portais da SOS Mata Atlântica e do INPE. Assim, qualquer cidadão pode conferir como está a situação da floresta na sua cidade gratuitamente.
Em 2000 foi lançado o Clickarvore, projeto que permite aos internautas doarem uma muda de árvore por dia e monitorar seu crescimento ao longo dos anos pela Internet. Quais são os objetivos e resultados dessa iniciativa? Qualquer pessoa pode clicar e plantar uma árvore?
Sim, qualquer pessoa pode entrar no site www.clickarvore.com.br, se cadastrar e clicar, doando uma árvore por dia. Não há custo para o internauta (a não ser que ele queira contribuir com a "floresta paga", que é outra modalidade). Quando a árvore é clicada, aparece o logotipo da empresa que está patrocinando aquele lote e também uma indicação do local onde ela será plantada. Nossa equipe de restauração florestal busca áreas adequadas para a destinação destas mudas, faz todo o acompanhamento e os proprietários de terra cedem suas terras para o projeto. Então, como vocês podem ver, são várias peças importantes para um quebra-cabeça do bem que já resultou em 21 milhões de mudas "clicadas" na internet.
A Gisele, juntamente com a Grendene, está engajada no Programa Florestas do Futuro, tendo participado, inclusive, do plantio da primeira árvore da Floresta Gisele Bündchen Sementes. Qual a importância da plantação de árvores para o futuro da natureza?
Esses plantios, que realizamos em programas como o Clickarvore e o Florestas do Futuro, não são plantações normais. São plantios de restauração florestal. Isso significa que eles são feitos com espécies variadas, que existiam naquela região antes da floresta ser derrubada. A importância é enorme e há muitos benefícios. Trazer a floresta de volta colabora, por exemplo, para melhorar a qualidade do ar de quem vive nas cidades (porque a floresta funciona como um ar-condicionado natural), para garantir moradia aos animais que ficam com sua casa restrita conforme as árvores vão sendo retiradas, para termos paisagens mais agradáveis, incrementando o turismo nestas regiões e muito mais.
Qual a relação entre as árvores/reflorestamento e a preservação da água?
As árvores protegem as margens dos rios evitando que sujeira, terra e outras impurezas derrubem as encostas. Funcionam como nossos cílios que protegem nossos olhos, por isso as árvores das margens são chamadas de "mata ciliar". Um rio sem árvores tende a secar, por isso precisamos de plantios nessas áreas para garantir este bem tão precioso, que garante nossa sobrevivência.
É possível filiar-se à Fundação. Como fazer e quais são as vantagens?
Sim, qualquer pessoa residente no Brasil pode se tornar filiada pelo site www.sosma.org.br. Ao colaborar financeiramente como filiada, a pessoa viabiliza a estrutura necessária para uma série de projetos desenvolvidos pela ONG. O filiado tem desconto na aquisição de produtos em nossa loja virtual e também nos cursos que promovemos.
No portal da SOS Mata Atlântica existe a loja virtual que vende diversos produtos para arrecadar fundos para a causa da Mata Atlântica. Qual a importância dessa ajuda para essa causa?
Toda ajuda é importante. Ao adquirir produtos, a pessoa colabora financeiramente com nossos projetos e também ajuda a divulgar a nossa causa, usando, por exemplo, uma camiseta que fala da Mata Atlântica. Mas quem não quer ou não pode colaborar financeiramente, também pode ajudar começando pela mudança de atitude no seu dia-a-dia. Economizar água, energia, combustível e outros recursos naturais que usamos muito em nossas atividades cotidianas são ações essenciais para conservar a Mata Atlântica.
Atlantic Forest: 93% of what there once was has already been devastated
The Übersite Team interviewed the director of the Knowledge Management of the SOS Mata Atlantica Foundation, Marcia Hirota, who spoke about the situation of the biome, the importance of trees for the future of the nature and much more. Don’t miss it!
The SOS Mata Atlantica has a Blog just like Gisele. What do you think of using the Internet as a tool for dissemination and raising awareness about socio-environmental issues?
The Internet is an essential means of informing about emergencies and mobilizing more and more people to preserve such biome as the Atlantic Forest. There are around 112 million of us living in areas formerly occupied by Atlantic Forest. The main Brazilian cities are in this context. That is why we need a flexible tool which can reach everyone at the same time, and the internet is the best solution taken together with presential talk that’s taking place all over Brazil as well.
The SOS Mata Atlantica Foundation has several projects. One of them is the Atlas of the remaining forests of the Atlantic Forest, considered the main knowledge tool of the Atlantic Forest for the society. What is the study about and what are the evident results?
The Atlas project has been conducted since 1989 by the SOS Mata Atlantica Foundation in partnership with the National Institute for Space Research. With the help of satellite imagery verified on field trips by our network of research partners, we have managed to show for the first time what the original extension of the Atlantic Forest was. In the latest edition of the Atlas updated at the end of 2008, we showed that 93% of what there had once been was already devastated. We also managed to make available the maps of the municipalities in the Atlantic Forest on the SOS Mata Atlântica and INPE websites. Thus, any citizen can check for free how the situation of the forest in his/her city is.
In 2000, the Clickarvore was launched, a project that allows Internet users to donate one tree every day and monitor its growth over the years on the Internet. What are the objectives and results of this initiative? Can anyone click and plant a tree?
Yes, anyone can visit the website clickarvore.com.br, register and donate one tree a day by clicking the button. It is free of charge for users (unless they want to make a contribution to the "paid forest", which is another option). When the tree is clicked on, the logo of the company that is sponsoring the batch pops up as well as an indication of the place where it will be planted. Our forest restoration team looks for areas appropriate for these seedlings, monitors them, and land owners give their land to the project. So, as you can see, there are several important pieces for a puzzle of an asset which has already resulted in 21 million seedlings "clicked on" on the Internet.
Gisele, together with Grendene, is engaged in the Florestas do Futuro Program, and even participated in the planting of the first tree of the Gisele Bündchen Forest. What is the importance of planting trees for the future of the nature?
The planting which we promote in programs such as Clickarvore and Florestas do Futuro isn’t the normal planting. This kind of planting is intended for forest restoration. This means that different species are planted, which had existed in the forest before it was cut down. The importance is enormous and there are many benefits. Bringing back the forest helps, for example, to improve the quality of air for those who live in cities (because the forest acts as a natural air-conditioner), to ensure that animals, whose habitat shrinks as trees are removed, have a place to live, to have more pleasant scenery, increasing tourism in these areas and a lot more.
What is the relationship between trees/reforestation, and conservation of water?
Trees protect the river banks preventing the dirt, soil, and other impurities destroy the slopes. They work just like our eyelashes that protect our eyes. A river without trees tends to dry out, which is why we need to plant these areas to preserve water that ensures our survival.
The SOS Mata Atlantica website has a virtual store that sells various products to raise funds for the cause of the Atlantic Forest. What is the importance of this help for the cause?
Any help is important. When you buy products, you contribute financially to our projects and also help to promote our cause by using, for example, an Atlantic Forest custom T-shirt. But those who don’t want or cannot help financially can also help by changing their daily routine. Saving water, energy, fuel, and other natural resources that we use every day is essential to preserve the Atlantic Forest.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Arte e Ecologia
A peça teatral “O Mundo é Assim...”, que ficou em cartaz durante um ano em Porto Alegre/RS e região metropolitana, levou a 21 mil crianças de escolas públicas os ensinamentos do ecologista José Lutzenberger. Escrita de forma lúdica e divertida, os autores Christian Lavich Goldschmidt e Vera Potthoff procuram aproximar e fortalecer o espírito de encantamento e respeito com o mundo natural, além de versarem sobre a problemática do lixo, preservação de fauna e flora silvestre e muito mais.
Aprovada pela Lei Rouanet, Lei Federal de Incentivo à Cultura, a peça conta com o apoio da Casa de Cultura Mario Quintana, Fundação Gaia e Secretarias Municipal e Estadual de Educação e em breve volta a cartaz para oferecer uma educação ambiental diferenciada a mais estudantes. Interessados em patrocinar esse projeto devem entrar em contato pelo e-mail c_lavich@yahoo.com.br.
Leia aqui recente entrevista com Lara Lutzenberger.
Confira abaixo alguns atos da peça!

Fotos de Tânia Meinerz/di vulgação Fundação Gaia
Concurso em favor da Mata Atlântica
Com o objetivo de apresentar para a sociedade brasileira a beleza do Bioma mais ameaçado do País - a Mata Atlântica - e seus recursos naturais, além de sensibilizar as pessoas para a importância da conservação da natureza, a Fundação SOS Mata Atlântica está com inscrições abertas para a quinta edição do Concurso SOS Mata Atlântica de Fotografia.
Para participar basta tirar uma foto de alguma região de Mata Atlântica e enviá-la por Correio, junto com a ficha de inscrição preenchida e assinada até o dia 21 de setembro de 2009.
Maiores informações: www.sosma.org.br/hotsitefotos
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
A campaign to reduce pollution on the planet
To anticipate the result of actions against global warming in 30 years’ time is the goal that a group of scientists and experts from around the world discussed at the first conference of the 2020 Climate Leadership Campaign which took place in Brazil from August 4th to August 7th. The event organized by the State of the World Forum was the starting point of a global campaign intended to mobilize people, businesses and governments to reduce the pollution on the planet.
Global warming has reached a crisis point. If unaddressed, rising global temperatures will trigger dramatic increases in extreme weather events and cause the oceans to rise, threatening all coastal cities, displacing hundreds of millions of people, and destroying thousands of species.
All of us must take responsibility for our climate, whether at the individual, community, company, institution, state, or national level.
Campanha para diminuir a poluição no planeta
Antecipar em 30 anos o resultado de ações para frear o aquecimento global é a meta que um grupo de cientistas e especialistas do mundo todo debateu na primeira conferência da Campanha de Liderança Climática 2020 (2020 Climate leadership campaign), que aconteceu em Belo Horizonte, entre os dias 4 e 7 de agosto. O evento, organizado pela State of the World Forum, foi o ponto de partida de uma campanha de âmbito mundial visando mobilizar pessoas, empresas e governos para a diminuição da poluição no planeta.
O aquecimento global chegou a um ponto crítico. Se medidas não forem tomadas, o aumento das temperaturas será o gatilho para eventos climáticos extremos, como a elevação do nível da água dos oceanos, ameaçando cidades costeiras e o bem-estar de suas populações, além da levar milhares de espécies vegetais e animais ao redor do mundo a extinção.
Todos nós temos grande responsabilidade sobre o problema e podemos ajudar nesta luta. Veja como!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
The unknown famous
By Regina Scharf *
Have you ever heard of a seahorse the size of a pea? Or a bacterium that lives in hairspray? Or a coffee bean that has no caffeine? No? Most of the scientists either. They have been discovered and included in the list of 18,516 new species recently released by the International Institute for Species Research (IIRS) of Arizona State University, which gathers this kind of information.
The list reveals incredible stories, such as that of a fungus identified in the forest on the campus of Imperial College in London - a renowned center for studies in biology. It is almost a miracle that five generations of biologists who studied there failed to notice a species that has lived there all this time. The case of a bacterium that was found in a hairspray can in Japan is another proof that we don’t have the slightest idea of the biological potential that surrounds us. Named Microbacterium hatanonis, it is capable of living in extremely inhospitable environments such as a cosmetic.
So far, the science has already described about 1.7 million species, but the total number is believed to be something between 5 and 30 million. Many will disappear off the face of the earth even before they have been identified. Even before we can verify whether their genes can help cure cancer or malaria.
According to the International Union for Conservation of Nature (IUNC), an organization which brings together more than 11 thousand specialists in this area and carries out an annual survey of the threatened species, 10% of all known species are threatened. And it must get worse due to global warming as the new climate is not favorable to many species and many of their habitats will be compromised. In the latest version of its Red List of Threatened Species, the IUCN examined 44,837 species, of which 38% are considered as threatened.
But not everything is so sad. The IUCN reports that some species which were considered as extinct in the wild - and can only be found at zoos or research centers – have changed the category because of the competent work of breeding in captivity and reintroduction into their natural habitats. This is the case of a black-footed ferret in the United States and Mexico, and a wild horse of Mongolia. You can’t be too careful or they will disappear again.
* Monthly column written by the journalist specializing in the environment Regina Scharf who publishes special articles about the theme. The professional worked for important vehicles of communication and non-governmental organizations. She has authored several books in this field and won the Reuters-UICN (Latin America) and Ethos awards.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Ilustres desconhecidos
Por Regina Scharf * -
Já ouviu falar do cavalo-marinho do tamanho de uma ervilha? Ou na bactéria que vive em spray de cabelo? Ou no grão de café que não contém cafeína? Não? A maioria dos cientistas tampouco. Eles acabam de ser descobertos e integram uma lista de 18.516 novas espécies, recém divulgada pelo International Institute for Species Research (IISR) da Arizona State University, que compila esse tipo de informação.
A lista revela histórias incríveis, como a de um fungo identificado no bosque do campus do Imperial College, em Londres – um reputado centro de estudo da Biologia. É quase um milagre que uma espécie que vivia ali tenha passado despercebida por cinco gerações de biólogos que estudaram lá. O caso da bactéria que foi encontrada numa lata de spray para cabelo, no Japão, é outra prova de que não temos a menor ideia do potencial biológico que nos rodeia. Batizada como Microbacterium hatanonis, ela é capaz de viver em ambientes extremamente inóspitos, como o cosmético.
Hoje, a Ciência já descreveu cerca de 1,7 milhão de espécies, mas acredita-se que o número total deve ser de entre 5 e 30 milhões. Muitas delas desparecerão da face da Terra antes mesmo de serem identificadas. Antes mesmo que possamos verificar se os seus genes poderiam ajudar a curar o câncer ou a malária.
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), uma rede que reúne mais de 11 mil especialistas no assunto e que faz um mapeamento anual das espécies ameaçadas de extinção, 10% de todas as espécies que conhecemos estão ameaçadas. E isso deve piorar com o aquecimento global, já que o novo clima não será favorável a muitas espécies e muitos dos seus habitats estarão comprometidos. Na última versão da sua Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, a UICN analisou 44.837 espécies, das quais 38% são consideradas ameaçadas.
Mas nem tudo é tristeza. A UICN informa que algumas espécies que eram consideradas extintas na natureza – e só presentes em zoológicos ou centros de estudos - mudaram de categoria devido a competentes trabalhos de reprodução em cativeiro e reintrodução nos seus habitats naturais. É o caso do furão de pés pretos, dos Estados Unidos e do México, e de um cavalo selvagem da Mongólia. Todo o cuidado é pouco, para que não voltem a desaparecer.
* Coluna mensal da jornalista especializada em meio ambiente Regina Scharf, que publica artigos especiais sobre o tema. A profissional tem passagem por importantes veículos de comunicação e organizações não-governamentais. É autora de vários livros da área e ganhou os prêmios Reuters-UICN (América Latina) e o Ethos. Visite o Blog da autora: link
Um grito de esperança
Por Marina Lemos -
Milhares de pessoas não têm condições de pagar tratamentos caros para curar alguma doença. Essa falta de condições pode acarretar, muitas vezes, no fim da vida. Outras sofrem com a demorada espera por um doador de órgãos.
Apenas 1% da população mundial é doadora. Isso é muito triste, porque muitas pessoas poderiam se beneficiar com a doação, afinal, elas entram em filas e esperam que um dia isso finalmente possa melhorar sua qualidade de vida. Muitas não sobrevivem a tal espera, de tão longa.
Para doar órgãos como rins e fígado, o doador pode estar vivo, com órgãos em boas condições, visto que conseguimos sobreviver com apenas um rim e, mesmo com menos da metade do tamanho do fígado, ele se regenera e volta ao normal em cerca de 60 a 90 dias. Outros órgãos como coração, pulmão, olhos, pele, enfim, todos os outros órgãos só podem ser doados depois de uma morte encefálica, ou seja, morte somente do cérebro, estando o resto do organismo ainda em funcionamento.
Acredito que se a maioria da população que tem condições de doar o fizer, só iria trazer benefícios para a sociedade: o número de pessoas nas filas iria diminuir, a qualidade de vida dessas pessoas iria melhorar, pessoas com doenças terminais iriam ser curadas. Isso seria magnífico.
Mas diante dessa grandeza, não podemos descartar que transplantes também têm seus riscos. Operações de grande porte podem ser fatais ou até mesmo o próprio organismo pode rejeitar o novo integrante. Por isso, quanto maior a compatibilidade entre o transplantado e o doador, menor é a chance de rejeição. Sendo assim, as pessoas devem participar do grupo de doadores, tendo maior possibilidade de não ocorrer rejeições.
Para poder doar órgãos basta ser maior de 21 anos, procurar o Ministério de Saúde e se cadastrar como doador de órgãos. Vamos, não custa nada e pode trazer felicidades para muitas pessoas. E sinceramente, nem vamos sentir falta desses órgãos, não é mesmo? Pense nisso e faça alguma diferença para a sociedade.
A cry of hope
By Marina Lemos -
Thousands of people can’t afford expensive treatments to cure diseases. More often than not, this lack of money may entail a loss of life. Others suffer waiting too long for an organ donor.
Only 1% of the world population can donate organs. This is very sad because many people could benefit from the donation; after all, they enroll on the waiting list and hope that one day it may finally improve the quality of their life. Many do not survive such a long wait.
To donate such organs as kidneys and liver, the donor doesn’t have to be dead but his/her organs must be in good shape since we can survive with only one kidney, and, as for the liver, if we donate more than half of it, it will regenerate and get back to normal in about 60 to 90 days. Other organs such as heart, lungs, eyes, skin, well, all other organs can be donated after brain death while the rest of the body is still functioning.
I believe that if the majority of people who are able to donate really do it, it would bring benefits to the society: the number of people on waiting lists would go down, the quality of life of these people would improve, people with terminal diseases would be cured. That would be just great.
But when we look at this magnificent picture, we can’t forget the risks that transplants pose. Large surgeries may be fatal or even your own body may reject the new organ. That is why the greater the compatibility between a donor and a recipient is, the smaller the odds of rejection are. Therefore, people should join the group of donors so that the possibility of rejection taking place is smaller.
To donate organs you must be above 21 years old, join the organ donor register at the Ministry of Health. Come on! That does not cost anything and can bring happiness to many people. And frankly, we won’t even miss these organs, will we? Think about it and make a difference to the society.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Estudantes vivenciam a prática de Organizações Internacionais
Você conhece a SONU - Simulação da Organização das Nações Unidas? Chegando a sua 5ª edição, a SONU é um encontro anual que permite a alunos do ensino médio, superior e especificamente do curso de jornalismo participarem de simulações sobre modelos de Organizações Internacionais, reproduzindo, fidedignamente, o funcionamento de sessões, discussões, elaboração de resoluções, dentre outros.
Em 2009 a ação acontecerá em Fortaleza entre os dias 02 e 07 de setembro. Pela primeira vez serão simulados sete comitês, com cerca de 190 participantes. São eles: Conselho de Segurança da ONU, Conselho da União Europeia, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Sistema de Monitoramento de Tratados de Direitos Humanos das Nações Unidas e Tribunal de Tóquio para alunos do Ensino Superior. Estudantes de jornalismo simularão o Comitê de Imprensa Internacional. Os alunos do ensino médio poderão participar da Organização para alimentação e agricutura (FAO).
Saiba mais e faça sua inscrição no site oficial.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Na rede de uma pesca insustentável
A pesca em excesso realizada por barcos estrangeiros arrasa com o sustento dos pescadores da África ocidental, o que contribui com as desesperadas tentativas de emigração para a Europa. Mas isto pode ser apenas a ponta do iceberg. Novas evidências sugerem que as atuais práticas pesqueiras ameaçam com a extinção total cada vez mais os bancos de pesca do mundo inteiro.
“The end of the line” (O fim da linha), recente documentário que aborda o impacto da pesca industrial, mostra o quanto a tendência atual é castastroficamente insustentável. O filme alerta que, se for mantido este ritmo, todos os peixes do planeta terão sido capturados até 2050. Leia mais.
Assista a um trecho do filme!
Fonte: Envolverde
The future of our oceans
The End of the Line is a powerful film about one of the world's most disturbing problems - over-fishing. Advances in fishing technology mean whole species of wild fish are under threat and the most important stocks we eat are predicted to be in a state of collapse by 2050. The film shows what we can do about it.
This is not just a film, it is also a campaign - for sustainable consumption of fish, for marine protected areas to allow the sea to recover, and for a new ethic of responsible fishing.
Watch the preview!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
We're all innocent, we're all guilty
An Argentine advertisement draws attention to everyone’s responsibility to preserve the environment. Watch it!
Encyclopedia of Life
The Encyclopedia of Life (EOL) Project intends to help people better understand and appreciate the nature by means of information. The initiative has compiled data on some of the 1.8 million species on the planet.
A better understanding of the biodiversity is essential for the survival of humans who often ignore the vital services provided by other species.
Registration is required to access the information and see the photos of the catalog. But it’s worth it. Access, explore, and value the nature!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Enciclopédia da Vida
O projeto Enciclopédia da Vida (EOL – Encyclopedia of Life) pretende desenvolver nas pessoas mais apreço e compreensão da natureza através da informação. A iniciativa reúne dados sobre as 1,8 milhão de espécies do planeta.
Uma compreensão melhor da biodiversidade é fundamental para a sobrevivência dos humanos, que frequentemente ignoram os serviços vitais prestados por outras espécies.
Para acessar as informações e fotografias do catálogo é necessário se cadastrar. Vale a pena. Acesse, explore e valorize a natureza!
Academia natural
Por Júlia Claudio -
Vivendo no mundo das facilidades tecnológicas, geralmente fica difícil lembrar que ainda existe a natureza e que ela deve funcionar como nossa aliada em tudo. Diversas pessoas aproveitam horários de almoço ou intervalos entre um compromisso e outro para dedicar-se ao corpo, ou seja, frequentar uma academia. Mas por que não fazer exercícios ao ar livre e na companhia da família?
Essa é a iniciativa de uma ONG inglesa, que há dez anos leva as pessoas para parques e jardins do Reino Unido a fim de ajudá-las a conciliar bem estar físico, emocional e ter uma melhor convivência familiar com a natureza. Segundo dados, todos os participantes do projeto mostram-se satisfeitos e recomendam, pois além de ser uma forma de exercício físico bem mais prazerosa, permite que as crianças participem e com isso aprendam a respeitar e cuidar do meio ambiente na companhia dos pais. A proposta é que se troque esteiras e levantamentos de peso por caminhadas ao ar livre e cuidados com plantas.
Sabendo que há esse tipo de iniciativa, não é mais necessário ficar trancado em uma academia para manter a forma. Basta usar a criatividade e aproveitar cada pedacinho da natureza. O projeto da ONG usa áreas maiores, é ótimo e tem apresentado excelentes resultados. Entretanto nada nos impede de fazer algo parecido e aproveitar os mesmos efeitos, até mesmo envolvendo as crianças.
Sabemos que o futuro está nas mãos dos que hoje são jovens. Então uma bela maneira de prepará-los para o que vem pela frente é ensinar desde cedo cuidados com a natureza. E para isso não é preciso dispor de um grande parque ou jardim. Basta permitir que os pequenos tenham contato com coisas simples que lembrem natureza. Uma boa ideia é deixá-los ajudar a trocar uma planta de vaso. O simples toque com a terra já será suficiente. Outra alternativa é presentear a criança com uma planta e ensiná-la a cuidar. Ao observar o crescimento e desenvolvimento da plantinha, a criança se sentirá responsável e útil ao meio ambiente e, sem dúvida, levará isso para vida toda.
A Natural Gym
By Júlia Claudio -
When one lives in a world of technological devices, it is usually difficult to remember that the nature is still out there and that it should work as our ally in everything. Some people use their lunch time or a break between appointments to dedicate time to their bodies, that is, to go to a gym. But how about doing your exercises outdoors and in company of your family?
This is the initiative of a British NGO which has been taking people to parks and gardens in the UK for ten years now in order to help them to keep their physical and emotional well-being and promote better coexistence of families with nature. According to the survey data, all of the project participants seem to feel satisfied and recommend it because, in addition to being a more pleasurable manner of doing physical exercises, it also allows children to participate and, therefore, learn to respect and take good care of the environment together with their parents. The idea is to replace treadmills and weightlifting with outdoor walks and plant care.
Knowing that there is such initiative, it is no longer necessary to stay walled up in a gym to keep in shape. All we have to do is to use our creativity and enjoy every bit of the nature. The NGO’s project uses large areas; it is great and has shown excellent results. However, nothing stops us from doing something like that and enjoying the same effects, even when children are involved.
We know that the future is in the hands of those who are young today. So teaching how to take good care of the nature as early as possible is a nice way to prepare them for what lies ahead. And you don’t have to have a large yard or a garden. Just allow them to be in touch with simple things that remind of the nature. A good idea is to let them help to change a potted plant. A simple act of touching the soil is enough already. Another alternative is to present a child with a plant and teach how to take care of it. By observing the growth and development of the plant, the child will feel responsible for and helpful to the environment and, without a shred of doubt, will feel like that forever.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Eficiência Energética
A demanda por energia elétrica não para de crescer. Para gerá-la, paga-se um alto custo ambiental. Muitas falhas ainda persistem em sua produção, distribuição e consumo, porém, uma melhor eficiência é possível em cada uma dessas etapas.
A começar pelo consumo. O Inmetro e o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), da Eletrobrás, criaram o Selo Procel, que indica os produtos mais eficientes no consumo de energia. Desde lâmpadas, geladeiras e televisores até motores. Portanto, os cuidados podem ser iniciados já no ato da compra dos aparelhos elétricos. Quem tem aparelhos muito antigos em casa, deve priorizar a sua troca, contribuindo assim para o equilíbrio do planeta e também do próprio bolso.
Gestos como esses tomados isoladamente podem parecer insignificantes, mas influem decisivamente nas macro condições ecológicas e socioeconômicas. Leia mais.
Fonte: Envolverde














